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domingo, 17 de agosto de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
Tiroteio em Loures
Ontem, ao fim do dia, cheguei a casa e olhei de relance para a televisão - no ecrã estava um individuo a atravessar uma rua de arma na mão e, supostamente, preparava-se para disparar -, e comentei: “Esses indivíduos no Afeganistão não se cansam de andar aos tiros…” No momento imediatamente a seguir obtive a resposta: “Isso é em Portugal!”
Fiquei boquiaberto… pasmado mesmo. Olhei melhor para a TV e realmente lá estava, em legenda, a localização daquele acto inclassificável: Loures… Loures, às portas de Lisboa, era palco de confrontos com armas entre as comunidades cigana e africana que vivem no bairro da Quinta da Fonte, na freguesia da Apelação.
Aparentemente, todo aquele aparato de armas em punho tinha resultado a partir de um desacato familiar (ver notícia aqui), que terá evoluído para um confronto entre pessoas de etnia cigana e de raça negra. Um desacato familiar que, agora na televisão, parecia o início de uma qualquer guerra civil num país do terceiro mundo.
Confronto entre grupos rivais ou um desacato ocasional que terá tomado grandes dimensões, pouco me interessa… aquilo que me interessa saber é como é que estas cenas vergonhas acontecem no nosso país? Onde está o policiamento e a vigilância? Onde está a segurança nas nossas ruas? Onde está a nossa segurança? Certamente pelas ruas da amargura…
Que eu me lembre, o tiroteio de Loures foi algo nunca visto em terras lusas (e eu já assisti a algumas cenas que acabaram com tiros, normalmente entre pessoas de etnia cigana, mas nunca deste calibre…), e ilustra bem o problema de se construir grandes bairros sociais; mostra a criminalidade subterrânea que existe, não só nos bairros sociais, mas um pouco em toda a sociedade; e mostra também a falta de segurança que existe no nosso país e o pouco poder das forças de segurança e autoridades da nação.
É preciso fazer algo. É preciso reforçar o policiamento. É preciso que as forças policiais tenham mesmo força. É preciso que se apele ao bom-senso das pessoas, dos governantes e das forças da lei.
Fiquei boquiaberto… pasmado mesmo. Olhei melhor para a TV e realmente lá estava, em legenda, a localização daquele acto inclassificável: Loures… Loures, às portas de Lisboa, era palco de confrontos com armas entre as comunidades cigana e africana que vivem no bairro da Quinta da Fonte, na freguesia da Apelação.
Aparentemente, todo aquele aparato de armas em punho tinha resultado a partir de um desacato familiar (ver notícia aqui), que terá evoluído para um confronto entre pessoas de etnia cigana e de raça negra. Um desacato familiar que, agora na televisão, parecia o início de uma qualquer guerra civil num país do terceiro mundo.
Confronto entre grupos rivais ou um desacato ocasional que terá tomado grandes dimensões, pouco me interessa… aquilo que me interessa saber é como é que estas cenas vergonhas acontecem no nosso país? Onde está o policiamento e a vigilância? Onde está a segurança nas nossas ruas? Onde está a nossa segurança? Certamente pelas ruas da amargura…
Que eu me lembre, o tiroteio de Loures foi algo nunca visto em terras lusas (e eu já assisti a algumas cenas que acabaram com tiros, normalmente entre pessoas de etnia cigana, mas nunca deste calibre…), e ilustra bem o problema de se construir grandes bairros sociais; mostra a criminalidade subterrânea que existe, não só nos bairros sociais, mas um pouco em toda a sociedade; e mostra também a falta de segurança que existe no nosso país e o pouco poder das forças de segurança e autoridades da nação.
É preciso fazer algo. É preciso reforçar o policiamento. É preciso que as forças policiais tenham mesmo força. É preciso que se apele ao bom-senso das pessoas, dos governantes e das forças da lei.
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