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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Paulo Portas, a pluralidade e a tolerância dos partidos políticos

Não escondo que nutro uma certa simpatia por Paulo Portas. Não sei se é pelo brilho dos seus dentes brancos, se pelo "brilhantismo" do seu discurso popular(ucho).
Agora que as listas para as eleições legislativas estão finalizadas, Paulo Portas disse, em declarações proferidas ontem (ver aqui) sobre a pluralidade e tolerância dos partidos políticos em Portugal, ter reparado que "o PS não incluírá Manuel Alegre, reparo que o PSD não incluirá Passos Coelho e reparo que o próprio Bloco de Esquerda, apesar de falar muito de Joana Amaral Dias, creio que não a convidou para as suas listas".
Paulo Portas reparou nas ausências dos outros partidos, mas "não reparou", no seu próprio partido, na ausência de Maria José Nogueira Pinto das listas do CDS-PP. Será que a pluralidade e a tolerância só "bate à porta" dos outros?

PS - Maria José Nogueira Pinto, ao que parece, faz parte da lista do PSD.

terça-feira, 6 de março de 2007

O regresso de Portas

Paulo Portas diz vai voltar, activamente, à política. Quer voltar à liderança do CDS-PP. Acho bem.
Uma boa oposição pode originar uma boa governação, e estamos a precisar de ter uma oposição mais forte e que se faça ouvir. E Paulo Portas é um bom elemento na oposição. A actual bancada da oposição precisa de ideias novas – ideias que se façam ouvir do lado de fora do Parlamento. Fazem falta as ideias (populares) de Paulo Portas na bancada da oposição. Na bancada da oposição e no próprio CDS-PP, que tem andado meio adormecido. Faz-lhe falta um bom abanão para ver se acorda…