Depois de termos dado novos mundos ao mundo, todos sabemos que os portugueses estão espalhados pelo globo. Para onde quer que vamos damos de caras com um (ou mais) português – mesmo que, por vezes, não o desejemos.
É o caso de David Alfredo Carlos, que ia a bordo do Airbus A320 que amarou de emergência no rio Hudson. Este professor de matemática é descendente de portugueses – a mãe é de Peniche e o pai de Alcobaça (ver pormenores aqui).
É o caso de David Simas e Pete Sousa, ambos luso descendentes. O primeiro vai integrar a equipa de assessores políticos de Barack Obama, o segundo é o fotógrafo oficial da Casa Branca (ler aqui).
É o caso de uma menina de quatro meses, filha de emigrantes portugueses, que ficou ferida no ataque que vitimou dois bebés, uma empregada do infantário e feriu ainda dez outras crianças e dois adultos numa creche, na Bélgica, que foi alvo do ataque tresloucado de um homem (ler notícia aqui).
De onde quer que venham as notícias, podemos ter a certeza de que há, pelo menos, um português envolvido. Depois de dar novos mundos ao mundo, o português continua a aventura das descobertas. Ele está em todo o lado!
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Magalhães: o primeiro computador portátil português
Portugal vai produzir o seu primeiro computador portátil. O novo computador destina-se às crianças e vai receber o nome “Magalhães”, numa referência ao navegador português que fez a primeira circum-navegação do mundo.
Uma parceria entre o Governo português, a Intel e a empresa JP Sá Couto, fez nascer o “Magalhães”, o primeiro computador portátil a ser totalmente produzido em Portugal (Matosinhos). O projecto foi apresentado esta manhã em simultâneo em Lisboa, Matosinhos e Sabrosa - terra onde nasceu o navegador português Fernão de Magalhães -, com a presença do Primeiro-Ministro, José Sócrates, e do presidente da Intel, Craig Barrett.
O computador destina-se a crianças entre os seis e os dez anos, que frequentem o primeiro ciclo do ensino básico, prevendo-se que os primeiros “Magalhães” estejam prontos em Setembro e custem cerca de 50 euros - para os alunos que estejam inscritos no primeiro escalão da acção social escolar será gratuito e para crianças do segundo escalão custará 20 euros.
A nova fábrica, projectada pela multinacional Intel e pela portuguesa JP Sá Couto, será construída na zona industrial no Freixieiro, Perafita, próximo da fábrica da Ikea. A produção do primeiro computador portátil português vai ter um valor superior a 80 milhões de euros. O “Magalhães” utilizará processadores de última geração, terá concepção do gigante norte-americano Intel e cada máquina terá um custo de produção de 180 euros.
Os computadores serão distribuídos no âmbito do novo programa “e.escolinhas” - uma réplica do “e.escolas” -, sendo a opção de ligação à internet facultativa.
O computador destina-se a crianças entre os seis e os dez anos, que frequentem o primeiro ciclo do ensino básico, prevendo-se que os primeiros “Magalhães” estejam prontos em Setembro e custem cerca de 50 euros - para os alunos que estejam inscritos no primeiro escalão da acção social escolar será gratuito e para crianças do segundo escalão custará 20 euros.
A nova fábrica, projectada pela multinacional Intel e pela portuguesa JP Sá Couto, será construída na zona industrial no Freixieiro, Perafita, próximo da fábrica da Ikea. A produção do primeiro computador portátil português vai ter um valor superior a 80 milhões de euros. O “Magalhães” utilizará processadores de última geração, terá concepção do gigante norte-americano Intel e cada máquina terá um custo de produção de 180 euros.
Os computadores serão distribuídos no âmbito do novo programa “e.escolinhas” - uma réplica do “e.escolas” -, sendo a opção de ligação à internet facultativa.
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