Nesta última semana, o
iogurte grego que, normalmente como ao pequeno almoço, tem-me caído mal. Não
sei se será pela recente adição extra de Syriza e de Tsipras...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
sábado, 17 de janeiro de 2015
Liberdade de expressão: Eu não gosto de favas!
Nos últimos dias, devido aos atentados de Paris contra o jornal satírico Charlie Hebdo, têm sido várias as opiniões publicadas aqui e acolá sobre o direito à liberdade de opinião e de expressão.Eu posso dizer que não gosto do meu vizinho - sou livre de o dizer, mesmo sabendo que ele pode não ficar muito satisfeito; O que eu não posso, é pedir para matarem o meu vizinho pelo facto de não gostar dele - isso seria crime.
"Andar" por aí a comentar se se deveria desenhar o profeta, se se deve ou não "mexer" com as religiões, se se pode ou não dizer isto ou aquilo de alguém, isso são favas contadas.
Para manifestar o meu direito à liberdade de expressão, venho aqui gritar, bem alto: EU NÃO GOSTO DE FAVAS!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Não há festa(s) sem circo
Nesta época natalícia que se aproxima a passos largos, os grandes circos com os seus espectáculos familiares estão de regresso à capital.
Alberto João Jardim, segundo o Público, admitiu recentemente que poderá vir a assumir o cargo de deputado na Assembleia da República.
Já nem os ilusionistas conseguem tirar coelhos da cartola e parece-me que há falta de palhaços no circo.
Alberto João Jardim, segundo o Público, admitiu recentemente que poderá vir a assumir o cargo de deputado na Assembleia da República.
Já nem os ilusionistas conseguem tirar coelhos da cartola e parece-me que há falta de palhaços no circo.
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Pedro Passos Coelho
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
O regresso
“Um homem informado
é um homem revoltado!”
– citação de um homem bom.
Confesso que me tenho afastado destas “lides”. Afastei-me
de livre vontade, por andar desiludido e por deixar de acreditar – na honra, na verdade, no bom-senso, na confiança e no respeito. Alienei-me por desilusão com
o rumo que este país estava (e continua) a tomar e por estar farto do mal que
se faz a esta (grande) terra e à sua (enorme) gente.
Assim, fiz uma espécie de ano sabático; afastei-me dos blogs, dos jornais, das
revistas, da tv e dos seus noticiários. Afastei-me porque me estava a revoltar.
Após este tempo, e porque este país continua uma “tourada”
pegada, decidi voltar.
Voltei para “espetar mais umas farpas”…
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
O melhor de 2013
Estamos em época que tudo e todos fazem a retrospectiva do ano que agora findou. Todos apontam o melhor e o pior do que se passou em 2013. Não faltam opiniões, escolhas e critérios para os diversos tops.
Para o Homem Mau, o melhor de 2013, é que já acabou...
Que venha 2014.
Bom ano de 2014 para todos.
Para o Homem Mau, o melhor de 2013, é que já acabou...
Que venha 2014.
Bom ano de 2014 para todos.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
terça-feira, 13 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Quem acode ao 112?
Este país e as suas instituições são uma vergonha. Inclusivamente aquelas que, à partida, nos conferem um maior grau de confiança. Como é o caso do 112 - Número Nacional de Emergência.
Antes de avançar mais, quero deixar aqui um pedido de desculpas às pessoas que conheço e que trabalham para e com o 112, pois merecem-me todo o respeito e consideração.
Hoje, ao almoço, tive necessidade de chamar o 112. No restaurante, onde estava a almoçar, alguém se sentiu mal. Quando me apercebi da situação, já estavam a tentar ajudar e acalmar um senhor de idade, pelo que optei por chamar o 112. Estive mais de três minutos ao telefone sem que ninguém atendesse do outro lado. Felizmente o senhor ao fim de alguns minutos recompôs-se e, com maior ou menor dificuldade, foi para casa. Se por acaso fosse um episódio mais grave, onde estava a ajuda?
Esta foi a terceira vez, no espaço de meio ano, que tive necessidade de recorrer à ajuda do 112. Felizmente, todas elas sem consequências muito graves. De todas as vezes que liguei o 112 apenas da primeira consegui falar com alguém ao fim de cerca de três minutos... Era um incêndio nas traseiras de uma fábrica e, quando finalmente atenderam, já os bombeiros tinham chegado. Da segunda vez, também numa situação de incêndio, estive mais de cinco minutos agarrado ao telefone e não consegui falar com ninguém. Hoje, estive mais de três minutos e ninguém atendeu o telefone do outro lado da linha…
Onde está a ajuda quando precisamos dela?
Quem acode ao 112?
Antes de avançar mais, quero deixar aqui um pedido de desculpas às pessoas que conheço e que trabalham para e com o 112, pois merecem-me todo o respeito e consideração.
Hoje, ao almoço, tive necessidade de chamar o 112. No restaurante, onde estava a almoçar, alguém se sentiu mal. Quando me apercebi da situação, já estavam a tentar ajudar e acalmar um senhor de idade, pelo que optei por chamar o 112. Estive mais de três minutos ao telefone sem que ninguém atendesse do outro lado. Felizmente o senhor ao fim de alguns minutos recompôs-se e, com maior ou menor dificuldade, foi para casa. Se por acaso fosse um episódio mais grave, onde estava a ajuda?
Esta foi a terceira vez, no espaço de meio ano, que tive necessidade de recorrer à ajuda do 112. Felizmente, todas elas sem consequências muito graves. De todas as vezes que liguei o 112 apenas da primeira consegui falar com alguém ao fim de cerca de três minutos... Era um incêndio nas traseiras de uma fábrica e, quando finalmente atenderam, já os bombeiros tinham chegado. Da segunda vez, também numa situação de incêndio, estive mais de cinco minutos agarrado ao telefone e não consegui falar com ninguém. Hoje, estive mais de três minutos e ninguém atendeu o telefone do outro lado da linha…
Onde está a ajuda quando precisamos dela?
Quem acode ao 112?
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