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terça-feira, 2 de junho de 2015

Parece que Joseph Blatter bateu com as bolas no chão...

sábado, 28 de novembro de 2009

Escrever sem pensar...

O post anterior não foi distracção nem um erro do servidor… É mesmo assim.

É o que acontece quando se pensa muito antes de se publicar os post’s.

Nunca escrevas aquilo que pensas e nunca penses naquilo que escreveste…

Se preferirem, podem chamar auto-censura.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O caso "Face Oculta"

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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Relatório(s) Minoritário(s)

Um estudo da ONU, divulgado recentemente, diz que Portugal é o sexto país do Mundo com menor discriminação salarial das mulheres – uma diferença de nove por cento, enquanto que a média mundial se situa nos 17%.
Assim, segundo esse mesmo estudo, Portugal surge atrás de Malta, Panamá, Filipinas, Sri Lanka, Bélgica e Eslovénia, países onde a diferença salarial entre homens e mulheres é inferior à portuguesa.

Este relatório da ONU, no entanto, vem contrariar outros estudos sobre o mesmo assunto. O relatório de 2007 da Eurofound – Fundação Europeia para a Melhoria das Condições e Vida e do Trabalho, divulgado no mês passado, colocava Portugal entre os países da União Europeia que mais prejudicam o salário das mulheres, onde o nosso país aparece em 2º lugar.
Segundo este relatório, a diferença salarial entre homens e mulheres, em Portugal, é de 25,4%, e a média europeia de 15,9%.
Relatórios sobre o mesmo assunto com resultados diferentes. Onde, provavelmente, os números que mais se aproximam da realidade são os piores para o nosso país.

Segundo outro relatório, divulgado esta semana, pela Transparency International, Portugal é actualmente um país mais corrupto do que era há cerca de um ano.
Isso é novidade para alguém?
Todos os anos, esta organização com sede em Berlim, calcula o índice de percepção da corrupção em 180 países. Trata-se de um indicador que mede os níveis de corrupção no sector público, com base na opinião de especialistas e empresários.
A liderar a tabela dos menos corruptos surgem, este ano, a Dinamarca, a Nova Zelândia e a Suécia, sendo que, entre os 20 primeiros estão não só os restantes estados escandinavos (Finlândia e Noruega) mas também as maiores economias do mundo, tais como o Canadá (9º lugar), a Alemanha (14º), o Reino Unido (16º), o Japão e os Estados Unidos (18º). No fundo da lista estão o Iraque, a Birmânia e a Somália.
Fazendo fé no “ranking” divulgado, Portugal caiu quatro posições, ocupando agora o 32º lugar.
Agora percebe-se melhor o porquê das diferenças de números dos anteriores relatórios…

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Quando as comadres se zangam o povo desconfia

João Cravinho, antigo Ministro de Guterres, diz que a “a grande corrupção de Estado e política está a aumentar” no nosso país.
Em entrevista à Rádio Renascença, RTP2 e jornal Público, João Cravinho disse que “a grande corrupção de Estado e política tem vindo a aumentar” em Portugal, independentemente do partido que esteja no Governo. Segundo o antigo deputado socialista, o Conselho para a Prevenção da Corrupção – aprovado no Parlamento pelo PS – é “uma entidade de forte pendor governamental” em que alguns dos seus membros “vão ser juízes em causa própria”.
Em resposta a Cravinho, o líder da bancada socialista, Alberto Martins, disse que o PS “não recebe lições de combate à corrupção de João Cravinho”.
Tendo em conta que o antigo deputado esteve na origem de um pacote de medidas anti-corrupção que foi apresentado na Assembleia da República e rejeitado pelo próprio Partido Socialista, a coisa deixa-nos “com a pulga atrás da orelha…”
Uma coisa é certa, ninguém tem dúvidas que há corrupção no nosso país. E quando as “comadres se zangam” a discutir sobre o seu aumento ou não o povo desconfia.