Após diversas análises sociológicas, económicas e financeiras aos rendimentos dos gestores nacionais, ontem, tive oportunidade de ver na televisão, a brilhante conclusão a que chegaram com esses estudos: comparativamente com empresas europeias do mesmo “calibre”, os gestores nacionais não ganham, nem mais, nem menos, que os seus colegas; estão equiparados.
Mas, senhores analistas e estudiosos do fenómeno, o problema não está em saber se os gestores nacionais ganham mais ou menos que os seus similares europeus. O problema é que os trabalhadores das empresas nacionais ganham muito menos que os seus colegas europeus.
Que mania, esta, dos analistas só olharem para o topo das empresas… deveriam começar a olhar para as bases… É que grande parte do sucesso dos gestores, vem do esforço dos trabalhadores.
Mostrar mensagens com a etiqueta salários. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta salários. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Relatório(s) Minoritário(s)
Um estudo da ONU, divulgado recentemente, diz que Portugal é o sexto país do Mundo com menor discriminação salarial das mulheres – uma diferença de nove por cento, enquanto que a média mundial se situa nos 17%.
Assim, segundo esse mesmo estudo, Portugal surge atrás de Malta, Panamá, Filipinas, Sri Lanka, Bélgica e Eslovénia, países onde a diferença salarial entre homens e mulheres é inferior à portuguesa.
Este relatório da ONU, no entanto, vem contrariar outros estudos sobre o mesmo assunto. O relatório de 2007 da Eurofound – Fundação Europeia para a Melhoria das Condições e Vida e do Trabalho, divulgado no mês passado, colocava Portugal entre os países da União Europeia que mais prejudicam o salário das mulheres, onde o nosso país aparece em 2º lugar.
Segundo este relatório, a diferença salarial entre homens e mulheres, em Portugal, é de 25,4%, e a média europeia de 15,9%.
Relatórios sobre o mesmo assunto com resultados diferentes. Onde, provavelmente, os números que mais se aproximam da realidade são os piores para o nosso país.
Segundo outro relatório, divulgado esta semana, pela Transparency International, Portugal é actualmente um país mais corrupto do que era há cerca de um ano.
Isso é novidade para alguém?
Todos os anos, esta organização com sede em Berlim, calcula o índice de percepção da corrupção em 180 países. Trata-se de um indicador que mede os níveis de corrupção no sector público, com base na opinião de especialistas e empresários.
A liderar a tabela dos menos corruptos surgem, este ano, a Dinamarca, a Nova Zelândia e a Suécia, sendo que, entre os 20 primeiros estão não só os restantes estados escandinavos (Finlândia e Noruega) mas também as maiores economias do mundo, tais como o Canadá (9º lugar), a Alemanha (14º), o Reino Unido (16º), o Japão e os Estados Unidos (18º). No fundo da lista estão o Iraque, a Birmânia e a Somália.
Fazendo fé no “ranking” divulgado, Portugal caiu quatro posições, ocupando agora o 32º lugar.
Agora percebe-se melhor o porquê das diferenças de números dos anteriores relatórios…
Assim, segundo esse mesmo estudo, Portugal surge atrás de Malta, Panamá, Filipinas, Sri Lanka, Bélgica e Eslovénia, países onde a diferença salarial entre homens e mulheres é inferior à portuguesa.
Este relatório da ONU, no entanto, vem contrariar outros estudos sobre o mesmo assunto. O relatório de 2007 da Eurofound – Fundação Europeia para a Melhoria das Condições e Vida e do Trabalho, divulgado no mês passado, colocava Portugal entre os países da União Europeia que mais prejudicam o salário das mulheres, onde o nosso país aparece em 2º lugar.
Segundo este relatório, a diferença salarial entre homens e mulheres, em Portugal, é de 25,4%, e a média europeia de 15,9%.
Relatórios sobre o mesmo assunto com resultados diferentes. Onde, provavelmente, os números que mais se aproximam da realidade são os piores para o nosso país.
Segundo outro relatório, divulgado esta semana, pela Transparency International, Portugal é actualmente um país mais corrupto do que era há cerca de um ano.
Isso é novidade para alguém?
Todos os anos, esta organização com sede em Berlim, calcula o índice de percepção da corrupção em 180 países. Trata-se de um indicador que mede os níveis de corrupção no sector público, com base na opinião de especialistas e empresários.
A liderar a tabela dos menos corruptos surgem, este ano, a Dinamarca, a Nova Zelândia e a Suécia, sendo que, entre os 20 primeiros estão não só os restantes estados escandinavos (Finlândia e Noruega) mas também as maiores economias do mundo, tais como o Canadá (9º lugar), a Alemanha (14º), o Reino Unido (16º), o Japão e os Estados Unidos (18º). No fundo da lista estão o Iraque, a Birmânia e a Somália.
Fazendo fé no “ranking” divulgado, Portugal caiu quatro posições, ocupando agora o 32º lugar.
Agora percebe-se melhor o porquê das diferenças de números dos anteriores relatórios…
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Salários dos portugueses não crescem
Mais notícias recentes… mais más notícias recentes… ou talvez não tão recentes, nem tão notícias…
A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) anunciou que os salários dos portugueses caíram 2,6% em 2006 – esperem pelos números referentes a 2007… – e revelou, ainda, que a taxa de desemprego vai continuar a aumentar (ainda mais!) nos próximos seis meses e no próximo ano. Para fechar o quadro, o Banco Central Europeu aumentou a taxa de juros. É um panorama maravilhoso…
Aquilo que muitos de nós já sentimos no dia-a-dia é confirmado pela OCDE: Em Portugal, o vencimento anual de um trabalhador é menos de metade do que o dos trabalhadores dos restantes países da zona euro… como se isto não bastasse, a mesma Organização diz que os mesmos salários pequeninos caíram 2,6% durante o ano de 2006. Por este andar, quando saírem os números referentes a 2007 e 2008 já vamos andar todos a pedir… É muito triste ver o nível de vida das famílias portuguesas a diminuir constantemente. É caso para dizer que cada vez sobra mais mês no fim do ordenado…
A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) anunciou que os salários dos portugueses caíram 2,6% em 2006 – esperem pelos números referentes a 2007… – e revelou, ainda, que a taxa de desemprego vai continuar a aumentar (ainda mais!) nos próximos seis meses e no próximo ano. Para fechar o quadro, o Banco Central Europeu aumentou a taxa de juros. É um panorama maravilhoso…
Aquilo que muitos de nós já sentimos no dia-a-dia é confirmado pela OCDE: Em Portugal, o vencimento anual de um trabalhador é menos de metade do que o dos trabalhadores dos restantes países da zona euro… como se isto não bastasse, a mesma Organização diz que os mesmos salários pequeninos caíram 2,6% durante o ano de 2006. Por este andar, quando saírem os números referentes a 2007 e 2008 já vamos andar todos a pedir… É muito triste ver o nível de vida das famílias portuguesas a diminuir constantemente. É caso para dizer que cada vez sobra mais mês no fim do ordenado…
Subscrever:
Mensagens (Atom)