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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Silly Season

Certamente, já viram as (magníficas) fotografias do nosso Primeiro-Ministro, de férias no Algarve, e em calções…
Eu também vi. Vi e fiquei muito preocupado. Não me parece que o nosso chefe de Governo esteja em grande forma para enfrentar os grandes desafios que tem(os) pela frente.
Será que depois destas fotos verem a luz do dia os senhores da troika nos vão continuar a apoiar? Temo pelo futuro da nação…
Ó Pedro, aproveite as férias e dê umas corridas – não uns passos… – no areal da praia e, ao fim da tarde, passe pelo ginásio. Vai vedr que isso passa. Contamos consigo para levar “isto” para a frente.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O Mundo mudou!

Segundo José Sócrates, em entrevista à RTP esta semana, o Mundo mudou nas últimas três semanas.
Não sei em que Mundo é que o nosso Primeiro-Ministro vive, nem o que mudou no seu Mundo. Mas sei o que vai mudar no meu assim que os impostos aumentarem...
Para mim o Mundo vai ficar mais pequeno. Bem pequenino...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O problema “Mário Crespo” ou Que liberdade há nesta República?

Mário Crespo publicou, hoje, na página web do Instituto Francisco Sá Carneiro, um texto que, segundo o próprio, era para ser publicado na imprensa nacional: na sua habitual coluna de opinião semanal do Jornal de Notícias!
Segundo Nota da Direcção do JN, «O jornalista Mário Crespo foi até ontem colaborador de opinião do Jornal de Notícias. Essa colaboração cessou por sua vontade», tudo isto porque o texto em questão não ia de acordo com os princípios (ou orientações) do jornal.
Porra!... Por isso, é que se diz ser um texto de opinião, o-pi-ni-ão, meus senhores. É por isso que vem assinado – o que quer dizer que aquele texto é o pensamento do seu autor e não, necessariamente, a ideologia do órgão que a publica.
O texto começa assim: «Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”.»
Isto está lindo!... É do conhecimento público, que o nosso primeiro-ministro não tem uma relação, digamos, muito amistosa com os jornalistas e com quem tenha opiniões discordantes das suas. Parece que depois de Manuela Moura Guedes, depois de José Eduardo Moniz, depois de Marcelo Rebelo de Sousa, depois do director do Público, depois de… chegou a hora de Mário Crespo.
Numa semana em que se comemorou a liberdade e a república, resta saber, afinal, que liberdade há nesta república.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Primeiro-Ministro na SIC

Ouvi com muita atenção a entrevista do nosso primeiro-ministro na SIC. Fiquei com duas ideias: a entrevista foi realizada num tom quase de sussurro e que José Sócrates está com um discurso um pouco mais humilde.
Tanto a jornalista como o primeiro-ministro falaram num tom bastante ameno, sem grandes alterações. Quase que sussurravam. E, certamente, não era para que Manuela Ferreira Leite não ouvisse as opiniões de Sócrates mas sim para “ajudar” ao ar de mudança do primeiro-ministro.
Quanto à intervenção do líder do Governo, há nitidamente uma mudança. José Sócrates está com uma atitude menos agressiva e com um discurso mais humilde. Seguramente já a pensar nas eleições Legislativas.
Para José Sócrates a campanha eleitoral já começou.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Azares...

Toda esta polémica à volta da licenciatura do nosso Primeiro-Ministro é tipicamente portuguesa. Três semanas a especular sobre a licenciatura do nosso Primeiro-Ministro. O jornal “Público” noticiou as contradições, as omissões, os documentos não assinados e os assinados ao domingo que fazem parte do dossier de José Sócrates arquivado na Universidade Independente.
Eu não quero saber se o homem que dirige o país é doutor ou engenheiro. Para mim tanto faz; para mim até pode ser empregado de mesa ou dona de casa. O que eu quero é que esse homem – o Primeiro-Ministro – governe bem o país e zele pelo bem-estar dos portugueses.
Toda esta trapalhada é o fruto de uma série de azares: o azar de José Sócrates foi a Universidade Independente – onde, ao que parece, fez o curso – estar agora a ser investigada; o azar de José Sócrates é ser, agora, o Primeiro-Ministro de Portugal; o azar de José Sócrates é ter muita gente que não gosta dele; o azar de Portugal é ter um Primeiro-Ministro como José Sócrates.