terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Um português nos Jogos Olímpicos de Inverno
Chamonix 1924, St. Moritz 1928, Lake Placid 1932, Garmisch-Partenkirchen 1936, St.Moritz 1948, Oslo 1952, Cortina d’Ampezzo 1956, Squaw Valley 1960, Innsbruck 1964, Grenoble 1968, Sapporo 1972, Innsbruck 1976, Lake Placid 1980, Sarajevo 1984, Calgary 1988, Albertville1992, Lillehammer 1994, Nagano 1998, Salt Lake City 2002, Torino 2006.
Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 começaram dia 12 de Fevereiro, em Vancouver (Canadá), e Portugal contou com um único representante: Danny Silva.
Danny Silva ficou no 95º lugar da prova de 15 quilómetros de esqui de fundo (o último posto na competição disputada em Vancouver). O suíço Dário Cologna conquistou a medalha de ouro, com menos 15.55,1 minutos que Danny Silva. De referir que o 94º classificado, o peruano Roberto Carcelen, fez menos 3:38 minutos que o atleta português.
Danny Silva já havia participado nos Jogos Olímpicos de Turim (2006) – onde também foi o único representante nacional –, tendo terminando a prova de 15 km corta-mato (estilo clássico) em 94.º lugar.
Danny Silva é o único esquiador não profissional presente nas Olimpíadas de Inverno, que vão decorrer até ao próximo dia 28.
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Sports Illustrated aquece Lisboa
A edição deste ano da Sports Illustrated dedicada a fatos de banho femininos escolheu, entre outros destinos, as paisagens da área metropolitana de Lisboa como pano de fundo.
Durante duas semanas, algumas das mais belas modelos do mundo – Anne V (na foto), Cintia Dicker, Jessica White e Jessica Gomes – posaram em cenários como a Costa do Estoril, o Portinho da Arrábida ou a renascentista Quinta da Bacalhôa, em Azeitão. Em destaque esteve o quartel da GNR, da Calçada da Ajuda.
Além de Lisboa, os outros destinos da edição de 2010 foram: Whistler (Canadá), Atacama (Chile), Rajastão (Índia), Maldivas e Palm Springs (Califórnia, EUA).
A revista americana Sports Ilustrated é um marco na história do jornalismo desportivo e, desde 1964, da moda. Foi nesse ano que a edição especial dedicada a fatos de banho – Sports Illustrated Swimsuit Issue – saiu pela primeira vez, como estratégia editorial para combater a falta de acontecimentos desportivos no mês de Fevereiro.
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Com queda para a coisa... ou o relançamento de uma carreira
Finalmente, confirmou-se: Pedro Abrunosa tem queda para a música!
Foi na Gala do Ídolos do passado Domingo, em directo.
Sem dúvida, um grande relançamento...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Mais boas notícias...
A outra boa notícia, é que já vamos a meio do Inverno! Só falta pouco mais de um mês para o fim do Inverno. Já só faltam 40 dias para o início da Primavera.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Nem tudo são más notícias…
Numa semana onde não faltaram as notícias do costume, voltámos a ouvir falar dos alegados casos de corrupção, de crimes económicos com empresas do Estado e privados, de escutas telefónicas envolvendo José Sócrates, de alegadas tentativas do primeiro-ministro para controlar a comunicação social, do aumento do desemprego, da bolsa nacional em queda, (e por aí fora…), mas nem tudo foram más notícias: Em parangonas, nos jornais, ficámos a saber que António Guterres não está disponível para exercer cargos de governação em Portugal.
Ao menos que haja uma boa notícia, ao menos uma!
Ao menos que haja uma boa notícia, ao menos uma!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
O problema “Mário Crespo” ou Que liberdade há nesta República?
Mário Crespo publicou, hoje, na página web do Instituto Francisco Sá Carneiro, um texto que, segundo o próprio, era para ser publicado na imprensa nacional: na sua habitual coluna de opinião semanal do Jornal de Notícias!
Segundo Nota da Direcção do JN, «O jornalista Mário Crespo foi até ontem colaborador de opinião do Jornal de Notícias. Essa colaboração cessou por sua vontade», tudo isto porque o texto em questão não ia de acordo com os princípios (ou orientações) do jornal.
Porra!... Por isso, é que se diz ser um texto de opinião, o-pi-ni-ão, meus senhores. É por isso que vem assinado – o que quer dizer que aquele texto é o pensamento do seu autor e não, necessariamente, a ideologia do órgão que a publica.
O texto começa assim: «Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”.»
Isto está lindo!... É do conhecimento público, que o nosso primeiro-ministro não tem uma relação, digamos, muito amistosa com os jornalistas e com quem tenha opiniões discordantes das suas. Parece que depois de Manuela Moura Guedes, depois de José Eduardo Moniz, depois de Marcelo Rebelo de Sousa, depois do director do Público, depois de… chegou a hora de Mário Crespo.
Numa semana em que se comemorou a liberdade e a república, resta saber, afinal, que liberdade há nesta república.
Segundo Nota da Direcção do JN, «O jornalista Mário Crespo foi até ontem colaborador de opinião do Jornal de Notícias. Essa colaboração cessou por sua vontade», tudo isto porque o texto em questão não ia de acordo com os princípios (ou orientações) do jornal.
Porra!... Por isso, é que se diz ser um texto de opinião, o-pi-ni-ão, meus senhores. É por isso que vem assinado – o que quer dizer que aquele texto é o pensamento do seu autor e não, necessariamente, a ideologia do órgão que a publica.
O texto começa assim: «Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”.»
Isto está lindo!... É do conhecimento público, que o nosso primeiro-ministro não tem uma relação, digamos, muito amistosa com os jornalistas e com quem tenha opiniões discordantes das suas. Parece que depois de Manuela Moura Guedes, depois de José Eduardo Moniz, depois de Marcelo Rebelo de Sousa, depois do director do Público, depois de… chegou a hora de Mário Crespo.
Numa semana em que se comemorou a liberdade e a república, resta saber, afinal, que liberdade há nesta república.
Os livros que estou a ler #14
“Amargas Foram as Horas, As Aventuras do Pirata Edgar Allan Poe”, de Alberto Fortes
Edgar Allan Poe, que construiu vertiginosos mundos de ficção, terror e aventura é, para os seus leitores, um grande desconhecido, menos real ainda do que os seus personagens fantasmagóricos. Esta é uma recriação romanceada de um dos possíveis Poe: aquele que viveu fascinado pela aventura e pelos riscos do mar.
Em meados do século XIX, um navio marcante que atravessava o Atlântico é abordado pelos piratas do espanhol Benito Soto, que assassinam brutalmente toda a tripulação. Apenas se salvaria um jovem marinheiro que falava espanhol e que tinha conhecimentos de navegação.
Alberto Fontes
Nasceu em Pontevedra, em 1964, e vive a paixão pelo mar e pelos escritores que sobre ele escreveram. Marinheiro, esteve embarcado em embarcações de pesca e navios mercantes; escritor, colabora regularmente na imprensa e é autor de um estudo sobre piratas e corsários.
Na mesa de cabeceira estão Edgar Allan Poe, José Saramago e Rodrigo Guedes de Carvalho.
Edgar Allan Poe, que construiu vertiginosos mundos de ficção, terror e aventura é, para os seus leitores, um grande desconhecido, menos real ainda do que os seus personagens fantasmagóricos. Esta é uma recriação romanceada de um dos possíveis Poe: aquele que viveu fascinado pela aventura e pelos riscos do mar.
Em meados do século XIX, um navio marcante que atravessava o Atlântico é abordado pelos piratas do espanhol Benito Soto, que assassinam brutalmente toda a tripulação. Apenas se salvaria um jovem marinheiro que falava espanhol e que tinha conhecimentos de navegação.
Alberto Fontes
Nasceu em Pontevedra, em 1964, e vive a paixão pelo mar e pelos escritores que sobre ele escreveram. Marinheiro, esteve embarcado em embarcações de pesca e navios mercantes; escritor, colabora regularmente na imprensa e é autor de um estudo sobre piratas e corsários.
Na mesa de cabeceira estão Edgar Allan Poe, José Saramago e Rodrigo Guedes de Carvalho.
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sábado, 23 de janeiro de 2010
Já não se vê putas na rua...
Num dia desta semana, numa das praças da cidade, ouvi o seguinte desabafo de um transeunte que se cruzou comigo: “Já não se vê putas na rua. Esta merda de cidade parece uma aldeia.”
Olho para o lado e, sem parar, respondo-lhe: “É a crise... mas ainda há algumas.”
Como diz a célebre frase, circular é viver. O “amigo” anda a procurar nas ruas erradas… circule por aí, que vai encontrar…
Olho para o lado e, sem parar, respondo-lhe: “É a crise... mas ainda há algumas.”
Como diz a célebre frase, circular é viver. O “amigo” anda a procurar nas ruas erradas… circule por aí, que vai encontrar…
Imagens do Google Street View
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Já chega de chuva... O Alqueva já está cheio!
A encher desde Fevereiro de 2002, quando se fecharam as suas comportas, a Barragem do Alqueva tem uma área inundável de 250 quilómetros quadrados e cerca de 1.100 quilómetros de margens.
Com a chuva que tem caído nas últimas semanas na região banhada pela albufeira, situada no rio Guadiana, levou o nível de água armazenada a atingir a cota máxima. A albufeira da Barragem de Alqueva atingiu hoje, pela primeira vez, a capacidade máxima, tornando-se assim no maior lago artificial da Europa.
Pronto! Agora já chega de chuva!
Ouviram? O Alqueva já está cheio! Pode parar de chover!
Já chega!
Com a chuva que tem caído nas últimas semanas na região banhada pela albufeira, situada no rio Guadiana, levou o nível de água armazenada a atingir a cota máxima. A albufeira da Barragem de Alqueva atingiu hoje, pela primeira vez, a capacidade máxima, tornando-se assim no maior lago artificial da Europa.
Pronto! Agora já chega de chuva!
Ouviram? O Alqueva já está cheio! Pode parar de chover!
Já chega!
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