Olho para o lado e, sem parar, respondo-lhe: “É a crise... mas ainda há algumas.”
Como diz a célebre frase, circular é viver. O “amigo” anda a procurar nas ruas erradas… circule por aí, que vai encontrar…
Pronto! Já é oficial: “Isto vai dar merda!” está inscrito na segunda edição do “Super Blog Awards” (ver aqui). “Isto vai dar merda!”, está inscrito na categoria de blog pessoal. O desafio é grande!...
Nestes últimos dias, tenho ajudado o meu filho a completar um álbum sobre animais com autocolantes.O princípio básico é o seguinte: temos duas páginas com um cenário que pode ser uma floresta, um oceano ou uma quinta e temos autocolantes com animais para ir colando nas respectivas páginas.“O Beijo da Serpente”, de Ruth Rendell
O inspector Wexford não consegue descobrir nenhum motivo para o crime. Recusando-se a aceitar as evidências, o inspector seguirá a sua própria intuição que o levará a descobrir uma estranha mistificação que transforma a própria vítima em assassino. Uma história clássica e surpreendente, a análise da obsessão que leva a camuflar um crime menor, com outro de grande monstruosidade.
Ruth Rendell
Romancista policial inglesa, Ruth Barbara Grassman nasceu em 1930, na cidade de Londres. Desempenhou as funções de repórter e sub-editora em diversos periódicos regionais. Após o casamento retirou-se do jornalismo. Publicou o seu primeiro livro em 1964, com o título “From Doon With Death”. Neste romance, a escritora apresentava o inspector Reginald Wexford, detective da pequena localidade de Kingsmarkham, personagem que obteve desde o começo grande popularidade. Seguiram-se muitos outros volumes.
Durante a década de 80 começou a publicar romances policiais utilizando o pseudónimo Barbara Vine para exprimir uma sua faceta mais psicológica. A escritora já publicou cerca de meia centena de livros policiais e foi vencedora de vários prémios literários da especialidade.
Na mesa de cabeceira estão Alberto Fortes e José Saramago.
Divagava eu pelas ruas da grande cidade, sob uma chuva intensa, quando, de repente, me pareceu que tinha começado a nevar… Entre dois arrepios instintivos desviei o guarda-chuva para o lado, olhei para cima e vi um manto de farrapos brancos a cair sobre a minha cabeça. Abri a mão e apanhei um ou dois dos pequenos flocos que desciam do céu. Só então me apercebi do seu toque quente e suave. O que caía do céu não eram flocos de neve… Eram penas!
Foi então que reparei na Rainha da Luta Livre que, mesmo por cima de mim, me olhava de almofada na mão e com um sorriso em jeito de desafio.
Apesar da chuva e do frio, este ano, o Natal, tem outra estrela e outro brilho para nos tornar os dias mais alegres.