quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Vídeo escandaloso de Maitê Proença, ou talvez não

Um vídeo realizado pela (bela) actriz brasileira, Maitê Proença, para o programa “Saia Justa”, do canal GNT está a dar que falar.

O vídeo, considerado por muitos ofensivo, está a indignar portugueses e brasileiros e até já deu origem a uma petição na Internet.

O vídeo da polémica (ver aqui), que circula agora na internet, foi transmitido no canal brasileiro em 2007, e foi filmado nesse mesmo ano durante uma passagem da actriz por Portugal.

A actriz já se desculpou publicamente na sua página pessoal.

Pessoalmente, o vídeo não me choca, apenas demonstra a burrice da sua autora e não vale o muito que se escreve e fala por aí.

Eu tinha a boa Maitê em melhor conta mas, definitivamente, a menopausa está a afectar-lhe o cérebro.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Ménage a três...


Eu, tu e o El Corte Inglés: Ménage a três!

meo Maria!!!

Eu sei que eles, agora estão mais virados para a “política” e, que, ultimamente, se dedicavam a coisas com mais fibra… Modernices!...

Mas, se alguém vir por aí os meos Ricardo Araújo Pereira, José Diogo Quintela, Miguel Góis e Tiago Dores, digam-lhes para passarem cá por casa. É que estou sem serviço meo.

Que os meos me ajudem…

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Kate Beckinsale: A mulher mais sexy do mundo


A actriz inglesa Kate Beckinsale foi considerada pela revista Esquire a mulher mais sexy do mundo.
A actriz, que foi “eleita” após uma sessão fotográfica para a revista norte-americana, vai aparecer ao lado de Robert De Niro, Drew Barrymore e Sam Rockwell no filme “Everybody’s Fine” (de Kirk Jones), e em “Whiteout” (de Dominic Sena), que chegam às salas ainda este ano.
Para os mais distraídos, a actriz de 36 anos, salvou “Pearl Harbor”, provou que os vampiros podem se sexy em “Underworld”, deslumbrou Howard Hughes em “O Aviador”, fez rir em “Click” e assustou plateias em “Motel”.
Kate Beckinsale sucede assim a outra mulher de acção: Halle Berry.
O Homem Mau não sabe dizer se Kate Beckinsale é, ou não, a mulher mais sexy do mundo, mas o título assenta-lhe muito bem...

domingo, 4 de outubro de 2009

Os livros que estou a ler #11

“A Cidade e as Serras”, de Eça de Queirós
Publicado em 1901, após a morte de Eça de Queirós, o livro conta-nos a história de Jacinto de Tormes narrada pelo amigo José Fernandes. Na narrativa são contados episódios relacionados com a personagem principal, servindo os factos da história de José Fernandes apenas como elos de ligação.
Jacinto nascera e sempre morara num palácio, no número 202 dos Campos Elíseos, rompendo totalmente com o passado camponês da sua família. A mudança de sua família de Tormes, no Douro, para Paris deveu-se ao seu avô. Jacinto, que detestava o campo, sempre foi rico e inteligente, voltando toda sua actividade para o conhecimento - amontoando no seu palácio livros (filosofia e ciências) e os aparelhos tecnicamente mais sofisticados da época.
José Fernandes, contrário a essa orientação tecnicista e mecanizada, vai registrando como Jacinto rompe totalmente com o seu passado na serra, deteriorando-se na vida da cidade, até à sua regeneração final com a natureza quando regressa a Portugal.

Eça de Queirós
José Maria Eça de Queirós (1845-1900), oriundo de uma família burguesa e culta, passou grande parte da sua infância longe dos pais. Estudou no Porto e em Coimbra, onde se formou em Direito. Em Coimbra, foi amigo de Antero de Quental. Os seus primeiros trabalhos, publicados avulso na revista “Gazeta de Portugal”, foram depois compilados em livro, publicado depois da sua morte sob o título “Prosas Bárbaras”.
Exerceu carreira diplomática, tendo sido cônsul de Portugal em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Da sua vasta obra destacam-se “O Mistério da Estrada de Sintra”,”O Crime do Padre Amaro”, “A Tragédia da Rua das Flores”, “O Primo Basílio”e, a sua mais importante obra, “Os Maias”. O seu último livro foi “A Ilustre Casa de Ramires”. Eça de Queirós morreu a 16 de Agosto de 1900, em Paris. Os seus trabalhos foram traduzidos em cerca de vinte línguas.

Na mesa de cabeceira estão Ruth Rendell e Alberto Fortes.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

O caso das escutas em Belém

Eu tento escutar aqui, tento escutar ali, tento escutar acolá, mas não ouço nada.
Acho que se está a fazer uma tempestade num copo de água… vazio.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Esta gente precisa de mais coragem

O Partido Socialista foi o vencedor destas Eleições Legislativas.
O PS perdeu a maioria absoluta – espero que o povo tenha aprendido que a maioria absoluta não é boa para nenhum governo –, tendo conquistado 36,56% dos votos. O PSD foi o grande derrotado com 29,09%. A surpresa, foi a grande subida do CDS-PP, que conseguiu 10,46%. No Parlamento, os socialistas terão 96 deputados, os social-democratas 78, o CDS-PP terá 21, o BE elegeu 16 deputados e a CDU 15. A abstenção situou-se nos 39,40%.
Os resultados destas Eleições Legislativas são bem demonstrativos do nosso “espírito português”. Ainda vivemos na era do medo. Neste caso concreto, no medo da mudança.
Durante anos, comenta-se que não se compreende como é que as “Fátimas”, os “Isaltinos” e os “Valentins” deste país continuam a ganhar eleições – e agora, vamos ter Autárquicas... As pessoas passam a vida a queixar-se do custo de vida, da falta de emprego, da Segurança Social, dos serviços públicos, do Governo…
As pessoas parecem descontentes e desanimadas, mas quando são chamadas a participar democraticamente no seu futuro, e no futuro do país, continuam a votar nos mesmos “Valentins” e “Isaltinos”, nas mesmas “Fátimas” e no mesmo Governo… É porque, provavelmente, não estavam assim tão descontentes ou, então, têm medo da mudança
Durante quantos mais anos vamos continuar a comentar as “Fátimas”, os “Isaltinos” e os “Valentins” deste país?
É este o país e as gentes que temos. É preciso mais coragem!

Votar ou Não Votar, eis a questão

A abstenção foi a grande vencedora destas Legislativas com 39,40%. Irónico: num acto onde se contam os votos, o número maior é o de pessoas que não votam. Isto deveria dar que pensar.
Estas pessoas não foram votar, na sua maioria, por estarem descontentes, por terem perdido a confiança nos nossos políticos e por não acreditarem na mudança. Em democracia também é preciso saber respeitar esta atitude. O que estas pessoas perderam, foi a oportunidade de contribuírem para a mudança e perderam a legitimidade para criticar.
Pois bem, imaginemos que estas pessoas iam votar. E que, como estavam descontentes, desconfiadas, descrentes e porque não acreditavam em nenhum dos partidos, votavam em branco. Isso, sim, era uma verdadeira bofetada – não de luva branca, mas de voto branco –, na nossa classe política. Assim demonstravam o seu descontentamento para com os nossos políticos e ganhavam legitimidade para opinar.
Isto deveria dar que pensar.

domingo, 27 de setembro de 2009

Já vi este filme...

Noite de Legislativas.
Estou há duas horas a olhar para a televisão. Ainda não consegui digerir estes resultados eleitorais. Vamos ter mais quatro anos do mesmo.
Desculpem, tenho que ir vomitar outra vez...