Só me apetece gritar uma célebre frase de um programa de televisão: “Eu quero voltar p’rá ilha…”
Segundo as últimas sondagens, realizadas pela Marktest para a TSF e Diário Económico, o PS ganharia as eleições legislativas por 0,8 pontos percentuais (ver aqui).
Segundo os números da sondagem, a seis semanas das eleições, o partido de José Sócrates tem uma recuperação de 11,6 pontos, obtendo 36% das intenções de voto, enquanto que o PSD, de Passos Coelho, registou uma queda de quase 12 pontos, ficando-se pelos 35%.
Resta-nos o alívio de saber que esta sondagem foi realizada, exclusivamente, a pessoas que têm telefone fixo. Falta saber se o número de pessoas que ainda têm telefone fixo é realmente demonstrativo do país. Esperemos que não.
Afinal, para que são todas estas greves, manifestações e contestações?... hem?
Mostrar mensagens com a etiqueta eleições. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta eleições. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 21 de abril de 2011
HA HA HA HA
Etiquetas:
eleições,
Governo,
José Sócrates,
manifestação,
Pedro Passos Coelho,
PS,
PSD,
sondagens
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Eleições Presidenciais: Votar em branco
As eleições para a Presidência da República são já no próximo dia 23 de Janeiro.
Este início de ano – que se prevê muito difícil para o país e para os portugueses –, é o momento ideal para, juntos, fazermos algo pela nação. Vamos todos votar. Vamos votar por uma mudança.
O Mundo está em crise. A Europa está em crise. O país está em crise. Em Portugal ouve-se falar em crise desde… “o tempo da outra senhora”; talvez desde o 25 de Abril de 1974, talvez desde o Infante D. Henrique ou mesmo desde D. Afonso Henriques.
A grande diferença entre estas “crises” e a que se vive hoje é que, a actual crise, não é apenas uma crise económica, é também uma crise de valores. A actual sociedade está em total crise de valores – os numéricos e os outros. É preciso mudar!
Temos de ser nós, cidadãos inconformados e descontentes, afazer algo para iniciar essa mudança. Vamos começar já no dia 23, vamos votar em branco e, assim, demonstrar o nosso desagrado com a actual classe política nacional.
Vamos criar o maior partido português – o voto em branco. A abstenção não demonstra insatisfação com as actuais políticas e com os políticos, mas sim desinteresse pelo rumo que o nosso país está a levar. Vamos começar uma mudança. Vamos votar em branco.
Agora é a sua vez.
Este início de ano – que se prevê muito difícil para o país e para os portugueses –, é o momento ideal para, juntos, fazermos algo pela nação. Vamos todos votar. Vamos votar por uma mudança.
O Mundo está em crise. A Europa está em crise. O país está em crise. Em Portugal ouve-se falar em crise desde… “o tempo da outra senhora”; talvez desde o 25 de Abril de 1974, talvez desde o Infante D. Henrique ou mesmo desde D. Afonso Henriques.
A grande diferença entre estas “crises” e a que se vive hoje é que, a actual crise, não é apenas uma crise económica, é também uma crise de valores. A actual sociedade está em total crise de valores – os numéricos e os outros. É preciso mudar!
Temos de ser nós, cidadãos inconformados e descontentes, afazer algo para iniciar essa mudança. Vamos começar já no dia 23, vamos votar em branco e, assim, demonstrar o nosso desagrado com a actual classe política nacional.
Vamos criar o maior partido português – o voto em branco. A abstenção não demonstra insatisfação com as actuais políticas e com os políticos, mas sim desinteresse pelo rumo que o nosso país está a levar. Vamos começar uma mudança. Vamos votar em branco.
Agora é a sua vez.
Etiquetas:
branco,
Crise,
eleições,
Portugal,
Presidenciais,
Presidente da República,
votar
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Esta gente precisa de mais coragem
O Partido Socialista foi o vencedor destas Eleições Legislativas.
O PS perdeu a maioria absoluta – espero que o povo tenha aprendido que a maioria absoluta não é boa para nenhum governo –, tendo conquistado 36,56% dos votos. O PSD foi o grande derrotado com 29,09%. A surpresa, foi a grande subida do CDS-PP, que conseguiu 10,46%. No Parlamento, os socialistas terão 96 deputados, os social-democratas 78, o CDS-PP terá 21, o BE elegeu 16 deputados e a CDU 15. A abstenção situou-se nos 39,40%.
Os resultados destas Eleições Legislativas são bem demonstrativos do nosso “espírito português”. Ainda vivemos na era do medo. Neste caso concreto, no medo da mudança.
Durante anos, comenta-se que não se compreende como é que as “Fátimas”, os “Isaltinos” e os “Valentins” deste país continuam a ganhar eleições – e agora, vamos ter Autárquicas... As pessoas passam a vida a queixar-se do custo de vida, da falta de emprego, da Segurança Social, dos serviços públicos, do Governo…
As pessoas parecem descontentes e desanimadas, mas quando são chamadas a participar democraticamente no seu futuro, e no futuro do país, continuam a votar nos mesmos “Valentins” e “Isaltinos”, nas mesmas “Fátimas” e no mesmo Governo… É porque, provavelmente, não estavam assim tão descontentes ou, então, têm medo da mudança
Durante quantos mais anos vamos continuar a comentar as “Fátimas”, os “Isaltinos” e os “Valentins” deste país?
É este o país e as gentes que temos. É preciso mais coragem!
O PS perdeu a maioria absoluta – espero que o povo tenha aprendido que a maioria absoluta não é boa para nenhum governo –, tendo conquistado 36,56% dos votos. O PSD foi o grande derrotado com 29,09%. A surpresa, foi a grande subida do CDS-PP, que conseguiu 10,46%. No Parlamento, os socialistas terão 96 deputados, os social-democratas 78, o CDS-PP terá 21, o BE elegeu 16 deputados e a CDU 15. A abstenção situou-se nos 39,40%.
Os resultados destas Eleições Legislativas são bem demonstrativos do nosso “espírito português”. Ainda vivemos na era do medo. Neste caso concreto, no medo da mudança.
Durante anos, comenta-se que não se compreende como é que as “Fátimas”, os “Isaltinos” e os “Valentins” deste país continuam a ganhar eleições – e agora, vamos ter Autárquicas... As pessoas passam a vida a queixar-se do custo de vida, da falta de emprego, da Segurança Social, dos serviços públicos, do Governo…
As pessoas parecem descontentes e desanimadas, mas quando são chamadas a participar democraticamente no seu futuro, e no futuro do país, continuam a votar nos mesmos “Valentins” e “Isaltinos”, nas mesmas “Fátimas” e no mesmo Governo… É porque, provavelmente, não estavam assim tão descontentes ou, então, têm medo da mudança
Durante quantos mais anos vamos continuar a comentar as “Fátimas”, os “Isaltinos” e os “Valentins” deste país?
É este o país e as gentes que temos. É preciso mais coragem!
Votar ou Não Votar, eis a questão
A abstenção foi a grande vencedora destas Legislativas com 39,40%. Irónico: num acto onde se contam os votos, o número maior é o de pessoas que não votam. Isto deveria dar que pensar.
Estas pessoas não foram votar, na sua maioria, por estarem descontentes, por terem perdido a confiança nos nossos políticos e por não acreditarem na mudança. Em democracia também é preciso saber respeitar esta atitude. O que estas pessoas perderam, foi a oportunidade de contribuírem para a mudança e perderam a legitimidade para criticar.
Pois bem, imaginemos que estas pessoas iam votar. E que, como estavam descontentes, desconfiadas, descrentes e porque não acreditavam em nenhum dos partidos, votavam em branco. Isso, sim, era uma verdadeira bofetada – não de luva branca, mas de voto branco –, na nossa classe política. Assim demonstravam o seu descontentamento para com os nossos políticos e ganhavam legitimidade para opinar.
Isto deveria dar que pensar.
Estas pessoas não foram votar, na sua maioria, por estarem descontentes, por terem perdido a confiança nos nossos políticos e por não acreditarem na mudança. Em democracia também é preciso saber respeitar esta atitude. O que estas pessoas perderam, foi a oportunidade de contribuírem para a mudança e perderam a legitimidade para criticar.
Pois bem, imaginemos que estas pessoas iam votar. E que, como estavam descontentes, desconfiadas, descrentes e porque não acreditavam em nenhum dos partidos, votavam em branco. Isso, sim, era uma verdadeira bofetada – não de luva branca, mas de voto branco –, na nossa classe política. Assim demonstravam o seu descontentamento para com os nossos políticos e ganhavam legitimidade para opinar.
Isto deveria dar que pensar.
domingo, 27 de setembro de 2009
Já vi este filme...
Noite de Legislativas.
Estou há duas horas a olhar para a televisão. Ainda não consegui digerir estes resultados eleitorais. Vamos ter mais quatro anos do mesmo.
Desculpem, tenho que ir vomitar outra vez...
Estou há duas horas a olhar para a televisão. Ainda não consegui digerir estes resultados eleitorais. Vamos ter mais quatro anos do mesmo.
Desculpem, tenho que ir vomitar outra vez...
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Eles andam aí!
Nas feiras e nos mercados, nos comboios e nos autocarros, nos centros comerciais e no comércio de bairro, nas ruas mais movimentadas das nossas cidades... Eles andam aí!
Distribuem beijinhos e abraços, sacos de plástico e esferográficas, t-shirts e bonés. Cumprimentam todos que passam por eles sem medos nem receios... Eles andam aí!
Ocupam tempo de antena nas televisões e nas rádios, colam cartazes e outdoors, penduram propaganda nos postes e candeeiros e fazem anúncios nos jornais... Eles andam aí!
Uns com programas demasiado longos e complexos, outros sem qualquer programa. Doutores e Engenheiros, empresários e homens do povo andam todos atrás do nosso voto.
No ano em que se anunciava a campanha mais sofisticada de sempre, temos noticiários interrompidos, ataques pessoais, escutas, contra-ataques, TGV’s, cursos superiores, aeroportos, golpes baixos, auto-estradas, demissões… tudo serve para arremessar uma “pedra” ao “telhado” do vizinho. Pena que todos tenham telhados de vidro.
Distribuem beijinhos e abraços, sacos de plástico e esferográficas, t-shirts e bonés. Cumprimentam todos que passam por eles sem medos nem receios... Eles andam aí!
Ocupam tempo de antena nas televisões e nas rádios, colam cartazes e outdoors, penduram propaganda nos postes e candeeiros e fazem anúncios nos jornais... Eles andam aí!
Uns com programas demasiado longos e complexos, outros sem qualquer programa. Doutores e Engenheiros, empresários e homens do povo andam todos atrás do nosso voto.
No ano em que se anunciava a campanha mais sofisticada de sempre, temos noticiários interrompidos, ataques pessoais, escutas, contra-ataques, TGV’s, cursos superiores, aeroportos, golpes baixos, auto-estradas, demissões… tudo serve para arremessar uma “pedra” ao “telhado” do vizinho. Pena que todos tenham telhados de vidro.
Anda aí um fetiche por Salazar…
Esta derradeira semana de campanha eleitoral para as legislativas promete ser bastante dura. Os principais intervenientes, não têm poupado esforços para “deitar abaixo” os seus adversários.
Tenho reparado que, nos últimos tempos, as nossas figuras políticas mais intervenientes têm remexido as tumbas mais ilustres; da Padeira de Aljubarrota a Salazar, os nomes são muitos. Mas, muito pior do que o vírus da Gripe A, anda no ar um certo fetiche pelo ditador…
Ontem, o cabeça de lista do Partido Socialista por Vila Real comparou o discurso de Manuela Ferreira Leite ao de Salazar. Hoje, o ministro Pedro Silva Pereira disse, em Chaves, que “o discurso do PSD tem muito de salazarento”. Na semana passada, Paulo Portas, em Vila Pouca de Aguiar, disse que “Louçã vai na peugada de Salazar”. No penúltimo debate televisivo, entre Paulo Portas e Francisco Louça, o líder do Bloco de Esquerda acusou o CDS-PP de recuperar um discurso típico do “Estado Novo”. Já na pré-campanha, José Sócrates tinha citado Salazar…
Exemplos não faltam… mas vamos parar por aqui, que já começo a ficar enjoado.
Discutam os verdadeiros problemas do país e deixem o homem descansado… ou não… Olhem para a frente e parem de remexer as sepulturas.
Tenho reparado que, nos últimos tempos, as nossas figuras políticas mais intervenientes têm remexido as tumbas mais ilustres; da Padeira de Aljubarrota a Salazar, os nomes são muitos. Mas, muito pior do que o vírus da Gripe A, anda no ar um certo fetiche pelo ditador…
Ontem, o cabeça de lista do Partido Socialista por Vila Real comparou o discurso de Manuela Ferreira Leite ao de Salazar. Hoje, o ministro Pedro Silva Pereira disse, em Chaves, que “o discurso do PSD tem muito de salazarento”. Na semana passada, Paulo Portas, em Vila Pouca de Aguiar, disse que “Louçã vai na peugada de Salazar”. No penúltimo debate televisivo, entre Paulo Portas e Francisco Louça, o líder do Bloco de Esquerda acusou o CDS-PP de recuperar um discurso típico do “Estado Novo”. Já na pré-campanha, José Sócrates tinha citado Salazar…
Exemplos não faltam… mas vamos parar por aqui, que já começo a ficar enjoado.
Discutam os verdadeiros problemas do país e deixem o homem descansado… ou não… Olhem para a frente e parem de remexer as sepulturas.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Bússula desnorteada...
Estamos, mais uma vez, em semana de eleições. Desta feita, Legislativas.
Os portugueses, no dia 27 de Setembro, vão ser chamados a escolher os seus deputados na Assembleia da República e o Chefe de Governo. Por isso, estas são umas eleições importantíssimas.
Tenho acompanhado, minimamente, a campanha eleitoral dos principais partidos políticos nacionais. Não estou muito contente com o que tenho visto e ouvido.
Pelo que me apercebi, ainda somos muitos os indecisos – pois é, eu incluo-me nesse vasto número dos que ainda não têm a certeza de qual o partido em que irão votar; antes pelo contrário, sei perfeitamente qual é o que não vai contar com a minha cruz.
Para “ajudar” os indecisos, existe na net uma “ferramenta” que se propõe dar uma orientação política e esclarecer as dúvidas de cada um: chama-se Bússola Eleitoral.
É uma pequena “aplicação” que nos coloca questões muito concretas e que, no final, diz qual a nossa orientação política, em função das respostas dadas.
Inicialmente pareceu-me interessante, mas respondidas as questões, o resultado obtido foi, para mim, algo surpreendente. Aqui fica:
. Analise do meu posicionamento político:
Os partidos, dos quais eu me encontro mais próximo são o PS, seguido do MMS e do MEP. Por outro lado, o partido do qual estou mais afastado é o PNR.
. Analise da concordância com os partidos políticos:
MMS (76,0%), PDA (75,0%), MEP (75,0%), PSD (71,3%), PS (70,4%), CDS-PP (65,7%) … e em último lugar surge o PND (48,1%).
Aqui fica o endereço: http://bussolaeleitoral.pt/
Os portugueses, no dia 27 de Setembro, vão ser chamados a escolher os seus deputados na Assembleia da República e o Chefe de Governo. Por isso, estas são umas eleições importantíssimas.
Tenho acompanhado, minimamente, a campanha eleitoral dos principais partidos políticos nacionais. Não estou muito contente com o que tenho visto e ouvido.
Pelo que me apercebi, ainda somos muitos os indecisos – pois é, eu incluo-me nesse vasto número dos que ainda não têm a certeza de qual o partido em que irão votar; antes pelo contrário, sei perfeitamente qual é o que não vai contar com a minha cruz.
Para “ajudar” os indecisos, existe na net uma “ferramenta” que se propõe dar uma orientação política e esclarecer as dúvidas de cada um: chama-se Bússola Eleitoral.
É uma pequena “aplicação” que nos coloca questões muito concretas e que, no final, diz qual a nossa orientação política, em função das respostas dadas.
Inicialmente pareceu-me interessante, mas respondidas as questões, o resultado obtido foi, para mim, algo surpreendente. Aqui fica:
. Analise do meu posicionamento político:
Os partidos, dos quais eu me encontro mais próximo são o PS, seguido do MMS e do MEP. Por outro lado, o partido do qual estou mais afastado é o PNR.
. Analise da concordância com os partidos políticos:
MMS (76,0%), PDA (75,0%), MEP (75,0%), PSD (71,3%), PS (70,4%), CDS-PP (65,7%) … e em último lugar surge o PND (48,1%).
Aqui fica o endereço: http://bussolaeleitoral.pt/
Etiquetas:
bússula,
campanha eleitoral,
eleições,
Legislativas,
partidos políticos
sábado, 6 de junho de 2009
Eleições
Amanhã, dia 7 de Junho, é dia de Eleições Europeias. Hoje, é o que se convencionou chamar de dia de reflexão.
Então, vamos todos reflectir.
Apesar de não ser obrigatório, amanhã, deve ir votar. Tem de votar. Se optar por não o fazer, não vai perder a (sua) razão, vai perder é a oportunidade de expressá-la; vai perder o direito de manifestar a sua opinião.
Qualquer que seja a sua orientação partidária, vá votar - mesmo que não tenha orientação, vote! Vote azul, vote rosa, vote vermelho, vote verde ou vote branco, mas vote!
Amanhã, vá votar ou cale-se para sempre!
Então, vamos todos reflectir.
Apesar de não ser obrigatório, amanhã, deve ir votar. Tem de votar. Se optar por não o fazer, não vai perder a (sua) razão, vai perder é a oportunidade de expressá-la; vai perder o direito de manifestar a sua opinião.
Qualquer que seja a sua orientação partidária, vá votar - mesmo que não tenha orientação, vote! Vote azul, vote rosa, vote vermelho, vote verde ou vote branco, mas vote!
Amanhã, vá votar ou cale-se para sempre!
domingo, 31 de maio de 2009
Eleições Europeias
Falta uma semana para mais uma ida às urnas, desta feita, para elegermos os nossos representantes no Parlamento Europeu. É já no próximo dia 7 de Junho.
Se é verdade que, cada vez mais, os destinos do país se regem pela legislação europeia, não é menos verdade que, para a grande maioria dos portugueses, este acto eleitoral é apenas mais uma eleição e não tem grande significado. Aliás, a grande maioria dos portugueses não sabe em quem votar.
A grande maioria da população não sabe quem são os principais candidatos a deputados europeus. Eu disse os principais candidatos e não cabeças-de-lista – porque esses, toda gente conhece, quanto mais não seja, de os ver nos outdoors e, agora, na televisão a distribuírem beijinhos pelas feiras do país.
Por falar em televisão, deitei os olhos pela programação dos nossos quatro principais canais, e pude constatar que por volta das 19h00 “passa”, em todos eles, o “Tempo de Antena”. É uma boa hora; as pessoas ainda não chegaram a casa dos seus empregos e, assim, ninguém tem que aturar aqueles senhores e, por outro lado, os mais pequenos desligam a televisão… depois de uma tarde inteira a ver programas infantis. Ao menos há algo de positivo nisto.
Se é verdade que, cada vez mais, os destinos do país se regem pela legislação europeia, não é menos verdade que, para a grande maioria dos portugueses, este acto eleitoral é apenas mais uma eleição e não tem grande significado. Aliás, a grande maioria dos portugueses não sabe em quem votar.
A grande maioria da população não sabe quem são os principais candidatos a deputados europeus. Eu disse os principais candidatos e não cabeças-de-lista – porque esses, toda gente conhece, quanto mais não seja, de os ver nos outdoors e, agora, na televisão a distribuírem beijinhos pelas feiras do país.
Por falar em televisão, deitei os olhos pela programação dos nossos quatro principais canais, e pude constatar que por volta das 19h00 “passa”, em todos eles, o “Tempo de Antena”. É uma boa hora; as pessoas ainda não chegaram a casa dos seus empregos e, assim, ninguém tem que aturar aqueles senhores e, por outro lado, os mais pequenos desligam a televisão… depois de uma tarde inteira a ver programas infantis. Ao menos há algo de positivo nisto.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
As eleições estão aí! Votem nas Meninas da Liga Sagres

Eu já tinha reparado que os árbitros de futebol da nossa Liga têm andado mais… contentes. Agora percebi porquê.
Todas as semanas, uma dupla de meninas acompanha o árbitro na subida ao relvado antes do início dos jogos. Há árbitros com sorte… Pena que os jogos da Liga acabem já este fim-de-semana… pensarão alguns dos árbitros.
A iniciativa é do jornal A Bola, a cerveja Sagres e a revista FHM estão a eleger “As Meninas da Liga Sagres”. São 15 pares de meninas... É muita fruta!
A votação está a decorrer (aqui) até ao final deste mês. No dia 1 de Junho será conhecida a dupla vencedora, que terá direito a ser capa da FHM. Vamos votar!
PS – Não houve um processo qualquer em tribunal por os árbitros de futebol andarem “acompanhados” por meninas antes dos jogos de futebol?
Todas as semanas, uma dupla de meninas acompanha o árbitro na subida ao relvado antes do início dos jogos. Há árbitros com sorte… Pena que os jogos da Liga acabem já este fim-de-semana… pensarão alguns dos árbitros.
A iniciativa é do jornal A Bola, a cerveja Sagres e a revista FHM estão a eleger “As Meninas da Liga Sagres”. São 15 pares de meninas... É muita fruta!
A votação está a decorrer (aqui) até ao final deste mês. No dia 1 de Junho será conhecida a dupla vencedora, que terá direito a ser capa da FHM. Vamos votar!
PS – Não houve um processo qualquer em tribunal por os árbitros de futebol andarem “acompanhados” por meninas antes dos jogos de futebol?
terça-feira, 12 de maio de 2009
Sócrates não dorme por pensar no desemprego…
O nosso Primeiro-Ministro revelou hoje um estranho sentido de humor e de oportunidade. Diz que não consegue dormir por pensar no desemprego. Só falta esclarecer se é no desemprego que assola o país ou, se é no seu desemprego que se adivinha.
Segundo o Público Online, José Sócrates disse hoje, numa inauguração, em Penacova, que tem “momentos de angústia” e que “tenho momentos em que não durmo a pensar nisso”. Nisso do desemprego.
O nosso Primeiro-Ministro não consegue dormir, por pensar no desemprego que, segundo afirmou, “cresce em Portugal como cresce em todo o lado e, o nosso dever, é combater isso”.
Se o Primeiro-Ministro, com o seu chorudo ordenado garantido, não consegue dormir, ele que imagine os milhares de portugueses que estão dependentes do Subsídio de Desemprego, ou aqueles que não têm subsídio nem ordenado, aqueles que têm uma família para manter, aqueles que têm as contas para pagar…
Ou será que José Sócrates já está a pensar que não vai ganhar as próximas eleições e que ficará desempregado? Ele que fique tranquilo, pois, pelo “joguinho das panelas” (ver post anterior), ele certamente terá um lugar assegurado num qualquer lugar, numa qualquer empresa pública ou privada.
Quanto ao combate ao desemprego, este Governo não está a cumprir “o nosso dever”, como diz Sócrates – e não o está a fazer porque não me parece ter capacidade para tal e porque não tem tempo para isso, pois as inaugurações são muitas até às eleições…
Segundo o Público Online, José Sócrates disse hoje, numa inauguração, em Penacova, que tem “momentos de angústia” e que “tenho momentos em que não durmo a pensar nisso”. Nisso do desemprego.
O nosso Primeiro-Ministro não consegue dormir, por pensar no desemprego que, segundo afirmou, “cresce em Portugal como cresce em todo o lado e, o nosso dever, é combater isso”.
Se o Primeiro-Ministro, com o seu chorudo ordenado garantido, não consegue dormir, ele que imagine os milhares de portugueses que estão dependentes do Subsídio de Desemprego, ou aqueles que não têm subsídio nem ordenado, aqueles que têm uma família para manter, aqueles que têm as contas para pagar…
Ou será que José Sócrates já está a pensar que não vai ganhar as próximas eleições e que ficará desempregado? Ele que fique tranquilo, pois, pelo “joguinho das panelas” (ver post anterior), ele certamente terá um lugar assegurado num qualquer lugar, numa qualquer empresa pública ou privada.
Quanto ao combate ao desemprego, este Governo não está a cumprir “o nosso dever”, como diz Sócrates – e não o está a fazer porque não me parece ter capacidade para tal e porque não tem tempo para isso, pois as inaugurações são muitas até às eleições…
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Xadrez
Na quadratura que serve de palco a este complexo jogo da política internacional está a ser dado um passo que poderá – ou não! – vir a ser de grande importância.
Neste tabuleiro, de quadrículas alvas e negras, as peças de ambos os lados movem-se e debatem-se pela conquista de mais um território. As pretas jogam e ganham!
Se bem que a importância do rei na movimentação das peças possa não ser a mais importante – depende muito da táctica seguida –, é à volta dele que tudo gira e, sem ele, não há jogo. É por ele que todas as peças disputam a próxima quadrícula e é nele que todos os peões depositam grande esperança.
A próxima jogada, neste (grande) tabuleiro, é “rei preto” para “casa branca”.
Neste tabuleiro, de quadrículas alvas e negras, as peças de ambos os lados movem-se e debatem-se pela conquista de mais um território. As pretas jogam e ganham!
Se bem que a importância do rei na movimentação das peças possa não ser a mais importante – depende muito da táctica seguida –, é à volta dele que tudo gira e, sem ele, não há jogo. É por ele que todas as peças disputam a próxima quadrícula e é nele que todos os peões depositam grande esperança.
A próxima jogada, neste (grande) tabuleiro, é “rei preto” para “casa branca”.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

