“A Ilha das Trevas”, de José Rodrigues dos Santos
A vida e a tragédia de uma família timorense aquando da anexação de Timor-Leste por parte da Indonésia, serve de ponto de partida para o romance de estreia de José Rodrigues dos Santos.
Paulino da Conceição é um timorense com um terrível segredo. Assistiu, juntamente com a família, à saída dos portugueses de Timor-Leste e a todos os acontecimentos que se seguiram, tornando-se um mero peão nas circunstâncias que mediaram a invasão indonésia de 1975 e o referendo de 1999 que deu a independência ao país. Um romance onde ficção e realidade se misturam para expor a verdade.
O primeiro livro de José Rodrigues dos Santos, “A Ilha das Trevas” será, brevemente, adaptado ao cinema. O filme será dirigido pelo realizador Leonel Vieira. O livro foi recentemente reeditado, tendo merecido uma revisão por parte do autor.
José Rodrigues dos Santos nasceu em Moçambique, em 1964. É jornalista, escritor e professor de Ciências da Comunicação, mas é conhecido do grande público como pivot de informação da RTP. É Director de Informação da televisão pública e apresentador do Telejornal.
Doutorou-se em Ciências da Comunicação com uma tese sobre reportagem de guerra. José Rodrigues dos Santos começou a sua carreira como jornalista em 1981, em Macau, trabalhando para a Rádio Macau. Depois de se licenciar em Comunicação Social, em 1987, foi trabalhar para a BBC em Londres. Voltou a Portugal em 1990 para integrar a RTP. De 1993 a 2001 foi colaborador da CNN. José Rodrigues dos Santos é um dos mais premiados jornalistas portugueses tendo ganho vários prémios académicos e jornalísticos.
Obras publicadas
Ensaios: Crónicas de Guerra (2001); Crónicas de Guerra II (2002); A Verdade da Guerra (2002).
Romances: A Ilha das Trevas (2002); A Filha do Capitão (2004); O Codex 632 (2005); A Fórmula de Deus (2006); O Sétimo Selo (2007).
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
O jogo das panelas
Depois de ter lido e ouvido as mais recentes notícias sobre o caso BCP, “pude confirmar” um (meu) antigo pensamento: este país é, cada vez mais, uma terra de panelinhas; as panelas são (quase sempre) as mesmas, as tampas é que vão mudando.
Este país, que se diz democrático, avançado e civilizado, para mim parece-se, cada vez mais, com uma “república das bananas”. Neste país o desporto rei não deveria ser o futebol, mas sim o jogo das panelas. Bom, vendo bem as coisas, talvez não; esta gente leva isto demasiado a sério, não o faz por desporto.
Um dia, isto vai dar merda!
Este país, que se diz democrático, avançado e civilizado, para mim parece-se, cada vez mais, com uma “república das bananas”. Neste país o desporto rei não deveria ser o futebol, mas sim o jogo das panelas. Bom, vendo bem as coisas, talvez não; esta gente leva isto demasiado a sério, não o faz por desporto.
Um dia, isto vai dar merda!
domingo, 13 de janeiro de 2008
Não (ao) fumo
Eu não sou fumador, nunca fumei e o fumo do tabaco incomoda-me – cada vez mais –, por isso tento evitá-lo ao máximo. Eu, como não gosto, tento que o fumo dos outros não me incomode; sigo a velha máxima “quem não está bem, muda-se!”
Entrou agora em vigor a nova Lei do Tabaco que visa penalizar fortemente o seu consumo. É o nosso Governo a tentar acompanhar a tendência proibicionista ao tabaco na União Europeia. O documento proíbe quase totalmente o consumo de tabaco em espaços fechados. Basicamente, só é permitido fumar ao ar livre e em espaços próprios (criados) para fumadores.
O Estado lucra muito com os impostos sobre o tabaco mas, por outro lado, gasta também muito dinheiro em tratamentos de saúde com os fumadores – em Portugal, 85% das mortes por cancro do pulmão são originadas pelo tabaco.
Ainda é cedo para avaliar quais as verdadeiras repercussões da nova lei na sociedade. Os cafés parecem-me mais vazios… de fumo e de gente. O ar no shopping parece-me mais saudável. Mas, em contrapartida, passou-se a ver pequenos grupos de pessoas às portas das empresas, na entrada do shopping, à porta dos estabelecimentos comerciais e nos exteriores dos cafés.
Eu concordo com este “apertar do cerco” aos fumadores. No entanto, é importante que não passe a discriminar quem fuma.
Espero que se limite, ainda, o acesso ao tabaco, reduzindo os seus pontos de venda e a (real) proibição à sua aquisição por parte de menores de idade.
Ah! E já agora, faz falta uma lei para o consumo de álcool.
Entrou agora em vigor a nova Lei do Tabaco que visa penalizar fortemente o seu consumo. É o nosso Governo a tentar acompanhar a tendência proibicionista ao tabaco na União Europeia. O documento proíbe quase totalmente o consumo de tabaco em espaços fechados. Basicamente, só é permitido fumar ao ar livre e em espaços próprios (criados) para fumadores.
O Estado lucra muito com os impostos sobre o tabaco mas, por outro lado, gasta também muito dinheiro em tratamentos de saúde com os fumadores – em Portugal, 85% das mortes por cancro do pulmão são originadas pelo tabaco.
Ainda é cedo para avaliar quais as verdadeiras repercussões da nova lei na sociedade. Os cafés parecem-me mais vazios… de fumo e de gente. O ar no shopping parece-me mais saudável. Mas, em contrapartida, passou-se a ver pequenos grupos de pessoas às portas das empresas, na entrada do shopping, à porta dos estabelecimentos comerciais e nos exteriores dos cafés.
Eu concordo com este “apertar do cerco” aos fumadores. No entanto, é importante que não passe a discriminar quem fuma.
Espero que se limite, ainda, o acesso ao tabaco, reduzindo os seus pontos de venda e a (real) proibição à sua aquisição por parte de menores de idade.
Ah! E já agora, faz falta uma lei para o consumo de álcool.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Todos os dias vamos morrendo na estrada
Os acidentes de viação em Portugal são uma calamidade, um mal social. Todos os anos por alturas das Festas / Férias os números de mortes na estrada são trágicos. É uma vergonha.
Há anos que se tenta lutar contra esta maleita sem grandes resultados. Em Portugal morre-se muito na estrada. Demasiado! A falta de civismo é indescritível – não nos respeitamos nem respeitamos os outros. Só há uma explicação para isto acontecer: não gostarmos de nós próprios.
Cada dia que passa, cada um de nós vai morrendo um bocadinho na estrada. Eu, cada dia que passa, sinto-me menos seguro quando ando na estrada, tantas são as infracções e as atitudes incompreensíveis que vejo.
Li, recentemente, num jornal diário que vai ser posta a circular uma campanha–choque – mais uma! – para motivar os condutores para esta negra realidade. Eu digo que o que faz falta não é uma campanha-choque para tentar assustar os condutores, mas sim multas-choque que “mexam” no bolso dos infractores. O que faz falta são penas-choque para os reincidentes. O que faz falta é uma maior fiscalização: agentes da autoridade, câmaras, radares e tudo o mais que se possa utilizar. O que faz falta é ensinar e motivar as nossas crianças, desde o jardim-de-infância, para terem bom comportamento, civismo e respeito pelos outros – na vida e na estrada.
Há anos que se tenta lutar contra esta maleita sem grandes resultados. Em Portugal morre-se muito na estrada. Demasiado! A falta de civismo é indescritível – não nos respeitamos nem respeitamos os outros. Só há uma explicação para isto acontecer: não gostarmos de nós próprios.
Cada dia que passa, cada um de nós vai morrendo um bocadinho na estrada. Eu, cada dia que passa, sinto-me menos seguro quando ando na estrada, tantas são as infracções e as atitudes incompreensíveis que vejo.
Li, recentemente, num jornal diário que vai ser posta a circular uma campanha–choque – mais uma! – para motivar os condutores para esta negra realidade. Eu digo que o que faz falta não é uma campanha-choque para tentar assustar os condutores, mas sim multas-choque que “mexam” no bolso dos infractores. O que faz falta são penas-choque para os reincidentes. O que faz falta é uma maior fiscalização: agentes da autoridade, câmaras, radares e tudo o mais que se possa utilizar. O que faz falta é ensinar e motivar as nossas crianças, desde o jardim-de-infância, para terem bom comportamento, civismo e respeito pelos outros – na vida e na estrada.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Feliz Ano Novo

Todos os anos é a mesma coisa. Depois da ilusão e da euforia da passagem de ano deparamo-nos com a triste realidade: está tudo mais caro.
O pão nosso de cada dia volta a subir de preço. O leite vai atrás. Transportes, portagens, água, gás, electricidade e combustíveis seguem na mesma direcção. Os Serviços de Saúde estão mais caros – os que ainda restam em funcionamento...
O Governo de José Sócrates fixou a meta dos aumentos salariais dos trabalhadores da Administração Pública em 2,1 por cento. Como se sabe são estes os números que, normalmente, servem de referência para os aumentos dos salários dos trabalhadores do sector privado. Assim, temos aumentos salariais na casa dos 2 por cento e dos bens de consumo na ordem dos 3 e 4 por cento. 2008 volta a ser um ano em que os portugueses perdem poder de compra. Vai continuar o triste fado das famílias cada vez mais endividadas, dos créditos malparados e dos portugueses cada vez mais tristes e cabisbaixos.
Como o nosso Primeiro-Ministro disse numa intervenção em Maio passado, “cada um de vós dará o seu melhor para um país mais justo, para um país mais pobre…”. Parece que este Governo está a fazer a parte que lhe toca…
O Ano é Novo, mas a merda é a mesma de sempre…
O pão nosso de cada dia volta a subir de preço. O leite vai atrás. Transportes, portagens, água, gás, electricidade e combustíveis seguem na mesma direcção. Os Serviços de Saúde estão mais caros – os que ainda restam em funcionamento...
O Governo de José Sócrates fixou a meta dos aumentos salariais dos trabalhadores da Administração Pública em 2,1 por cento. Como se sabe são estes os números que, normalmente, servem de referência para os aumentos dos salários dos trabalhadores do sector privado. Assim, temos aumentos salariais na casa dos 2 por cento e dos bens de consumo na ordem dos 3 e 4 por cento. 2008 volta a ser um ano em que os portugueses perdem poder de compra. Vai continuar o triste fado das famílias cada vez mais endividadas, dos créditos malparados e dos portugueses cada vez mais tristes e cabisbaixos.
Como o nosso Primeiro-Ministro disse numa intervenção em Maio passado, “cada um de vós dará o seu melhor para um país mais justo, para um país mais pobre…”. Parece que este Governo está a fazer a parte que lhe toca…
O Ano é Novo, mas a merda é a mesma de sempre…
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Que grande filme...
Esta semana fui com o meu filho ao cinema.
Cheguei ao cinema, dirigi-me à “bilheteira” – e digo “bilheteira” porque actualmente, nesta era de querer ganhar dinheiro fácil com poucos gastos, aquilo que deveria ser o ponto de aquisição de bilhetes é, também, o local onde se pode comprar pipocas, cachorros quentes, chocolates, colas e outras bebidas e merchandise dos filmes em exibição.
Assim, depois de ter estado cerca de 15 minutos numa fila maioritariamente constituída por jovens que pareciam famintos por pipocas – quais abelhas obreiras em busca de pólen –, pude adquirir os meus bilhetes. O jovem que me atendeu – que certamente seria um zangão – foi, no mínimo, muito pouco atencioso. Informou-me, num tom seco, que para a sessão das 17h10 já havia poucos lugares disponíveis e que os melhores, então, seriam na terceira fila. Pedi-lhe para verificar novamente, já que ainda faltavam quase duas horas para o início do filme. Não senhor, já não há mais lugares vagos. Aceitei.
Quando começa o filme verifico, do meu lugar na terceira fila, que meia sala ainda se encontra vazia. «É época de Natal, as pessoas aproveitam até à última para fazer umas compras e chegam mais tarde», pensei eu. Sensivelmente a meio da primeira parte do filme, verifico que, afinal, as pessoas não andavam nas compras; a sala continuava meia vazia.
Resolvi o problema. Mudei para o meio da sala, de onde assisti ao resto do filme divertido com o meu filho.
Isto é o que faz colocarem pessoas que só “sabem” vender pipocas e colas a “tirar” bilhetes e, provavelmente, tirar pessoas da sala também. Grandes melgas! Os clientes é que pagam…
Para que conste, foi numa sala Lusomundo e o filme “História de uma Abelha”.
Cheguei ao cinema, dirigi-me à “bilheteira” – e digo “bilheteira” porque actualmente, nesta era de querer ganhar dinheiro fácil com poucos gastos, aquilo que deveria ser o ponto de aquisição de bilhetes é, também, o local onde se pode comprar pipocas, cachorros quentes, chocolates, colas e outras bebidas e merchandise dos filmes em exibição.
Assim, depois de ter estado cerca de 15 minutos numa fila maioritariamente constituída por jovens que pareciam famintos por pipocas – quais abelhas obreiras em busca de pólen –, pude adquirir os meus bilhetes. O jovem que me atendeu – que certamente seria um zangão – foi, no mínimo, muito pouco atencioso. Informou-me, num tom seco, que para a sessão das 17h10 já havia poucos lugares disponíveis e que os melhores, então, seriam na terceira fila. Pedi-lhe para verificar novamente, já que ainda faltavam quase duas horas para o início do filme. Não senhor, já não há mais lugares vagos. Aceitei.
Quando começa o filme verifico, do meu lugar na terceira fila, que meia sala ainda se encontra vazia. «É época de Natal, as pessoas aproveitam até à última para fazer umas compras e chegam mais tarde», pensei eu. Sensivelmente a meio da primeira parte do filme, verifico que, afinal, as pessoas não andavam nas compras; a sala continuava meia vazia.
Resolvi o problema. Mudei para o meio da sala, de onde assisti ao resto do filme divertido com o meu filho.
Isto é o que faz colocarem pessoas que só “sabem” vender pipocas e colas a “tirar” bilhetes e, provavelmente, tirar pessoas da sala também. Grandes melgas! Os clientes é que pagam…
Para que conste, foi numa sala Lusomundo e o filme “História de uma Abelha”.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Os livros que estou a ler #2
“Lembrem-se de Mim”, de Mary Higgins Clark.
“Lembrem-se de Mim” (“Remember Me”, no original) foi escrito em 1994. Menley e Adam, um jovem casal, alugam uma casa em Cape Cod na esperança de refazerem o seu casamento. O nascimento da filha, Hannah, revitaliza o relacionamento do casal, mas Menley nunca parou de se responsabilizar pela morte acidental do seu filho de dois anos. Entretanto, Adam – advogado – aceita como cliente um suspeito de ter assassinado a sua própria noiva. Na casa alugada, uma mansão do século XVIII com um passado sinistro, estranhos incidentes levam Menley a reviver o acidente que vitimou o seu filho e ela começa a temer pela segurança de Hannah.
“Remember Me” foi adaptado para televisão em 1995, onde Mary Higgins Clark participa como Mary.
Mary Higgins Clark (Nova Iorque, 1929) é, hoje, considerada uma das mais importantes autoras de suspense, sendo mesmo considerada a “rainha” do suspense americano. Após uma infância algo difícil – perdeu o pai com apenas 10 anos –, só em 1956 consegue editar as suas primeiras histórias na revista “Extension”. À imagem da mãe, também ela enviúva cedo ficando com cinco filhos a seu cargo. Começa, então, a escrever guiões para rádio. Com base na investigação que tinha feito para um dos seus programas de rádio sobre personalidades americanas, edita um romance biográfico, “Aspire to the Heavens”, sobre George Washington. Em 1975, com o seu primeiro romance, “Where are the Children”, obtém o seu primeiro grande sucesso editorial. A autora conta já com cerca de três dezenas de títulos publicados – muitos deles “best-sellers” mundiais – e, ao longo dos anos, conquistou diversos prémios.
Autores que estão na minha mesa de cabeceira: Doris Lessing e José Rodrigues dos Santos.
“Lembrem-se de Mim” (“Remember Me”, no original) foi escrito em 1994. Menley e Adam, um jovem casal, alugam uma casa em Cape Cod na esperança de refazerem o seu casamento. O nascimento da filha, Hannah, revitaliza o relacionamento do casal, mas Menley nunca parou de se responsabilizar pela morte acidental do seu filho de dois anos. Entretanto, Adam – advogado – aceita como cliente um suspeito de ter assassinado a sua própria noiva. Na casa alugada, uma mansão do século XVIII com um passado sinistro, estranhos incidentes levam Menley a reviver o acidente que vitimou o seu filho e ela começa a temer pela segurança de Hannah.
“Remember Me” foi adaptado para televisão em 1995, onde Mary Higgins Clark participa como Mary.
Mary Higgins Clark (Nova Iorque, 1929) é, hoje, considerada uma das mais importantes autoras de suspense, sendo mesmo considerada a “rainha” do suspense americano. Após uma infância algo difícil – perdeu o pai com apenas 10 anos –, só em 1956 consegue editar as suas primeiras histórias na revista “Extension”. À imagem da mãe, também ela enviúva cedo ficando com cinco filhos a seu cargo. Começa, então, a escrever guiões para rádio. Com base na investigação que tinha feito para um dos seus programas de rádio sobre personalidades americanas, edita um romance biográfico, “Aspire to the Heavens”, sobre George Washington. Em 1975, com o seu primeiro romance, “Where are the Children”, obtém o seu primeiro grande sucesso editorial. A autora conta já com cerca de três dezenas de títulos publicados – muitos deles “best-sellers” mundiais – e, ao longo dos anos, conquistou diversos prémios.
Autores que estão na minha mesa de cabeceira: Doris Lessing e José Rodrigues dos Santos.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
O Especialista
Esta semana, tive um pequeno acidente: parti um dente.
Tive que marcar uma consulta “de urgência” no dentista. Perdão, no estomatologista.
Cheguei ao consultório do senhor doutor e expliquei-lhe o sucedido. Ele manda-me sentar na cadeira e “dispara”:
- Então, diga-me lá qual foi o dente que partiu…
“Então, diga-me lá qual foi o dente que partiu…”!? Ó senhor doutor, não seria de esperar que quando eu lhe mostrasse a boca, o senhor identificasse de imediato o dente partido? Afinal, quem é o especialista?
Tive que marcar uma consulta “de urgência” no dentista. Perdão, no estomatologista.
Cheguei ao consultório do senhor doutor e expliquei-lhe o sucedido. Ele manda-me sentar na cadeira e “dispara”:
- Então, diga-me lá qual foi o dente que partiu…
“Então, diga-me lá qual foi o dente que partiu…”!? Ó senhor doutor, não seria de esperar que quando eu lhe mostrasse a boca, o senhor identificasse de imediato o dente partido? Afinal, quem é o especialista?
domingo, 9 de dezembro de 2007
O Natal está comprometido!!!
Este ano, o Natal está seriamente comprometido. A empresa que faz a logística do Pai Natal cometeu um erro gravíssimo e, devido ao adiantado do calendário, vai ser difícil emendar o engano. Os presentes estão trocados.
Eu vi, através da televisão, o Pai Natal entregar, a crianças de Portugal, baldes de praia… Meus amigos, estamos em Dezembro – é tempo de frio – nenhuma criança vai brincar com baldes e pás para a praia.
Foi durante a semana que, entre programas, vi a Parada de Natal SIC num qualquer Intermarché. Nas imediações do supermercado, o Pai Natal entregou a mais de que uma criança baldes de praia… No entanto, reparei que havia outras que recebiam bonecas e carros… Não percebo o critério! Mas também não é o critério que quero perceber; o que eu gostava de perceber é a razão de algumas crianças receberam baldes de praia em pleno mês de Dezembro…
Será que aqueles presentes se destinavam a países mais tropicais ou, pelo menos, a países do outro hemisfério onde agora é Verão?
Eu vi, através da televisão, o Pai Natal entregar, a crianças de Portugal, baldes de praia… Meus amigos, estamos em Dezembro – é tempo de frio – nenhuma criança vai brincar com baldes e pás para a praia.
Foi durante a semana que, entre programas, vi a Parada de Natal SIC num qualquer Intermarché. Nas imediações do supermercado, o Pai Natal entregou a mais de que uma criança baldes de praia… No entanto, reparei que havia outras que recebiam bonecas e carros… Não percebo o critério! Mas também não é o critério que quero perceber; o que eu gostava de perceber é a razão de algumas crianças receberam baldes de praia em pleno mês de Dezembro…
Será que aqueles presentes se destinavam a países mais tropicais ou, pelo menos, a países do outro hemisfério onde agora é Verão?
Subscrever:
Mensagens (Atom)