“O Alpendre Dourado”, de Tatiana Tolstoi
Colectânea de treze contos, onde os heróis são pessoas comuns e, ao mesmo tempo, invulgares, que vivem na periferia da sociedade. É o retrato de um mundo desajustado, transformado em algo de mágico fantástico e belo.
Tatiana Tolstoi
Tatiana Tolstoi nasceu em Leninegrado em 1951. A sua família tem grandes tradições literárias; Tatiana é sobrinha-neta de Tolstoi.
Cansada de trabalhar numa editora, Tatiana começou a escrever uma série de contos – que seriam editados com o título “O Alpendre Dourado”, que aquando da sua publicação, em 1987, o livro esgotou nas livrarias de Moscovo em menos de uma hora.
Na mesa de cabeceira estão Ruth Rendell e Eça de Queirós.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Está frio!
Acabadas as mini-férias de Natal, é altura de voltar ao trabalho. Voltar ao trabalho e “por a escrita em dia”.
Está muito frio!
As paredes da casa já não conseguem resistir às baixas temperaturas e deixam que o frio as penetre. Só se está bem em frente a uma lareira. Esta “guerra” contra o frio e o constante “atirar” de paus para a lareira é uma autêntica intifada.
Está mesmo frio!
Com todo este frio, sair de casa bem cedo é como que enfrentar uma espécie de geada islâmica.
Consultei o boletim meteorológico para saber se esta vaga de frio (quase) polar estava para acabar. Fiquei a saber que ainda hamas para o próximo fim-de-semana. Esta “guerra” ainda não acabou.
Vou vestir um casaco.
Está muito frio!
As paredes da casa já não conseguem resistir às baixas temperaturas e deixam que o frio as penetre. Só se está bem em frente a uma lareira. Esta “guerra” contra o frio e o constante “atirar” de paus para a lareira é uma autêntica intifada.
Está mesmo frio!
Com todo este frio, sair de casa bem cedo é como que enfrentar uma espécie de geada islâmica.
Consultei o boletim meteorológico para saber se esta vaga de frio (quase) polar estava para acabar. Fiquei a saber que ainda hamas para o próximo fim-de-semana. Esta “guerra” ainda não acabou.
Vou vestir um casaco.
sábado, 27 de dezembro de 2008
Empenhamento e coragem de José Sócrates
José Sócrates “foi à televisão” transmitir a sua mensagem de Natal aos portugueses. Antes não o tivesse feito…O Primeiro-Ministro não podia ter “pintado” esta época natalícia num quadro mais realista. Realista e cinzento. Na sua mensagem de Natal, José Sócrates pediu aos portugueses “empenhamento e coragem”.
Como é do conhecimento geral “empenhamento” é coisa que não falta aos portugueses; qual é a família portuguesa que, hoje em dia, não está empenhada até ao pescoço? Mas para o Primeiro-Ministro ainda não chega, ele quer que nos empenhemos ainda mais...
Por outro lado, o chefe do Governo pediu igualmente “coragem”. De facto, é preciso muita coragem para continuar a viver neste país – eu diria mesmo que uma (boa) dose de loucura também ajuda.
Senhor Primeiro-Ministro, aquilo que pediu aos portugueses é, igualmente, aquilo que os portugueses desejam deste Governo: Empenhamento na governação e coragem para que se tomem as medidas necessárias – mesmo as menos populares – para colocar o país no “rumo certo”.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Parabéns Manoel de Oliveira!
Manoel de Oliveira completa hoje 100 anos. Em plena rodagem do seu mais recente filme, “Singularidades de uma Rapariga Loura”, Oliveira festeja o seu aniversário atrás das câmaras.Manoel de Oliveira nasceu 13 anos depois dos irmãos Lumière terem mostrado ao mundo a sua invenção, o cinematógrafo. Com 70 anos dedicados ao cinema, é inegável a sua paixão pela sétima arte.
Manoel de Oliveira, o realizador mais velho do mundo ainda no activo, não vai ficar por aqui, pois tem mais três projectos em carteira.
Com um estilo muito próprio, um experimentalista, Manoel de Oliveira é um cineasta que não reúne consenso em torno da sua obra. Idolatrado por uns e odiado por outros, a sua obra há muito ultrapassou as fronteiras nacionais e espalhou-se pelo mundo.
Por tudo isto e por tudo o que ainda está para vir, Muitos Parabéns Manoel de Oliveira!
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Portugal de olho no porco
O país inteiro está de olho posto no porco. E não, não é no porco-mealheiro, que nesse já andamos de olho há muito tempo. Já não nos chegava termos que estar com um olho no mealheiro e ainda temos que ter o outro na carne de porco.
Segundo as últimas notícias, cerca de 30 toneladas de carne de porco, importada da Irlanda, pode estar contaminada com dioxinas tóxicas – embora a União Europeia tenha alertado para o problema, adiantou que o risco para a saúde pública é diminuto.
A Inspecção-Geral de Veterinária e a ASAE – que tanto se preocupa com os restaurantes onde comemos – desta vez parece ter ficado a ver os porcos passar. Não seria melhor que se preocupassem mais com o estado dos alimentos que comemos e menos com o sítio e a maneira como os comemos?
Segundo as últimas notícias, cerca de 30 toneladas de carne de porco, importada da Irlanda, pode estar contaminada com dioxinas tóxicas – embora a União Europeia tenha alertado para o problema, adiantou que o risco para a saúde pública é diminuto.
A Inspecção-Geral de Veterinária e a ASAE – que tanto se preocupa com os restaurantes onde comemos – desta vez parece ter ficado a ver os porcos passar. Não seria melhor que se preocupassem mais com o estado dos alimentos que comemos e menos com o sítio e a maneira como os comemos?
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Os livros que estou a ler #7
“Sonhos de Sonhos”, Antonio Tabucchi
A homenagem do escritor a uma série de génios de eleição – Dédalo, Goya, Rimbaud, Débussy, Fernando Pessoa, Lorca, Freud, entre outros.
Como Tabucchi escreve na nota de introdução, “tive muitas vezes o desejo de conhecer os sonhos dos artistas que amei”. Assim, inventa, ele próprio, através da literatura aquilo que seriam os sonhos dos seus “artistas favoritos”.
Antonio Tabucchi
Antonio Tabucchi nasceu em Pisa, Itália, em 1943. É professor de literatura portuguesa do Departamento de Português da Universidade de Pisa e especialista em Fernando Pessoa. Apreciador também de literatura brasileira, traduziu poemas de Carlos Drummond de Andrade e o romance “Zero”, de Ignácio de Loyolla Brandão. O autor já publicou entre outros “A Cabeça Perdida de Damasceno Monteiro”, “Afirma Pereira” – que já foi adaptado para cinema, “ Nocturno Indiano”, “O Anjo Negro” e “Os Três Últimos Dias de Fernando Pessoa”.
A homenagem do escritor a uma série de génios de eleição – Dédalo, Goya, Rimbaud, Débussy, Fernando Pessoa, Lorca, Freud, entre outros.
Como Tabucchi escreve na nota de introdução, “tive muitas vezes o desejo de conhecer os sonhos dos artistas que amei”. Assim, inventa, ele próprio, através da literatura aquilo que seriam os sonhos dos seus “artistas favoritos”.
Antonio Tabucchi
Antonio Tabucchi nasceu em Pisa, Itália, em 1943. É professor de literatura portuguesa do Departamento de Português da Universidade de Pisa e especialista em Fernando Pessoa. Apreciador também de literatura brasileira, traduziu poemas de Carlos Drummond de Andrade e o romance “Zero”, de Ignácio de Loyolla Brandão. O autor já publicou entre outros “A Cabeça Perdida de Damasceno Monteiro”, “Afirma Pereira” – que já foi adaptado para cinema, “ Nocturno Indiano”, “O Anjo Negro” e “Os Três Últimos Dias de Fernando Pessoa”.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
As ruas estão mais bonitas
Já repararam como as ruas das nossas cidades estão mais bonitas?

E não é por causa das iluminações de Natal…
Eu não pude deixar de reparar.
Mais uma vez, Obrigado Triumph!
Mais uma vez, Obrigado Triumph!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Perder, nem a feijões…
Ontem a selecção nacional de futebol defrontou, em jogo amigável, a sua congénere brasileira. O resultado não era o mais importante. Anda bem, porque perder por 6-2 não fica bem a ninguém, nem mesmo num jogo amigável.
Brasil, 6 – Portugal, 2.
O que é que nós fizemos para merecer isto?
Já diz o povo: “perder, nem a feijões”. E por falar em feijões, certamente não cabe nenhum no dito cujo dos portugueses…
Sei de alguém que deve ter dado boas gargalhadas com este resultado.
Brasil, 6 – Portugal, 2.
O que é que nós fizemos para merecer isto?
Já diz o povo: “perder, nem a feijões”. E por falar em feijões, certamente não cabe nenhum no dito cujo dos portugueses…
Sei de alguém que deve ter dado boas gargalhadas com este resultado.
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Ter a dita dura...
Manuela Ferreira Leite, líder nacional do PSD, tem tido uma postura muito peculiar e pouco habitual num líder da oposição; raramente fala, raramente faz comentários à actuação do Governo.
Ontem, Manuela Ferreira Leite, ao referir-se às classes profissionais – professores incluídos – proferiu as seguintes palavras: “E até não sei se a certa altura não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia” (ler notícia aqui).
A líder do PSD falou sem pensar, ou disse aquilo que pensa... Por esta altura, já não devem faltar pessoas no seio do PSD, com a dita dura, a querer passar seis meses sem Manuela Ferreira Leite…
Ontem, Manuela Ferreira Leite, ao referir-se às classes profissionais – professores incluídos – proferiu as seguintes palavras: “E até não sei se a certa altura não é bom haver seis meses sem democracia, mete-se tudo na ordem e depois então venha a democracia” (ler notícia aqui).
A líder do PSD falou sem pensar, ou disse aquilo que pensa... Por esta altura, já não devem faltar pessoas no seio do PSD, com a dita dura, a querer passar seis meses sem Manuela Ferreira Leite…
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