Ontem aterraram no aeroporto de Lisboa Angela Merkel e Vale e Azevedo.
Será que Portugal está a saque?
terça-feira, 13 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Quem acode ao 112?
Este país e as suas instituições são uma vergonha. Inclusivamente aquelas que, à partida, nos conferem um maior grau de confiança. Como é o caso do 112 - Número Nacional de Emergência.
Antes de avançar mais, quero deixar aqui um pedido de desculpas às pessoas que conheço e que trabalham para e com o 112, pois merecem-me todo o respeito e consideração.
Hoje, ao almoço, tive necessidade de chamar o 112. No restaurante, onde estava a almoçar, alguém se sentiu mal. Quando me apercebi da situação, já estavam a tentar ajudar e acalmar um senhor de idade, pelo que optei por chamar o 112. Estive mais de três minutos ao telefone sem que ninguém atendesse do outro lado. Felizmente o senhor ao fim de alguns minutos recompôs-se e, com maior ou menor dificuldade, foi para casa. Se por acaso fosse um episódio mais grave, onde estava a ajuda?
Esta foi a terceira vez, no espaço de meio ano, que tive necessidade de recorrer à ajuda do 112. Felizmente, todas elas sem consequências muito graves. De todas as vezes que liguei o 112 apenas da primeira consegui falar com alguém ao fim de cerca de três minutos... Era um incêndio nas traseiras de uma fábrica e, quando finalmente atenderam, já os bombeiros tinham chegado. Da segunda vez, também numa situação de incêndio, estive mais de cinco minutos agarrado ao telefone e não consegui falar com ninguém. Hoje, estive mais de três minutos e ninguém atendeu o telefone do outro lado da linha…
Onde está a ajuda quando precisamos dela?
Quem acode ao 112?
Antes de avançar mais, quero deixar aqui um pedido de desculpas às pessoas que conheço e que trabalham para e com o 112, pois merecem-me todo o respeito e consideração.
Hoje, ao almoço, tive necessidade de chamar o 112. No restaurante, onde estava a almoçar, alguém se sentiu mal. Quando me apercebi da situação, já estavam a tentar ajudar e acalmar um senhor de idade, pelo que optei por chamar o 112. Estive mais de três minutos ao telefone sem que ninguém atendesse do outro lado. Felizmente o senhor ao fim de alguns minutos recompôs-se e, com maior ou menor dificuldade, foi para casa. Se por acaso fosse um episódio mais grave, onde estava a ajuda?
Esta foi a terceira vez, no espaço de meio ano, que tive necessidade de recorrer à ajuda do 112. Felizmente, todas elas sem consequências muito graves. De todas as vezes que liguei o 112 apenas da primeira consegui falar com alguém ao fim de cerca de três minutos... Era um incêndio nas traseiras de uma fábrica e, quando finalmente atenderam, já os bombeiros tinham chegado. Da segunda vez, também numa situação de incêndio, estive mais de cinco minutos agarrado ao telefone e não consegui falar com ninguém. Hoje, estive mais de três minutos e ninguém atendeu o telefone do outro lado da linha…
Onde está a ajuda quando precisamos dela?
Quem acode ao 112?
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Fim do mundo...
Esperemos que em 2013 já tenhamos condições para ter um fim do mundo em condições. Até no fim do mundo temos que estar na “cauda da Europa”...
Para mim, o fim do mundo já chegou. Pelo menos o fim do meu mundo. Não foi preciso de esperar por 2012, em menos de nada ele desmoronou-se.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Pensamento do dia
Meia garrafa de Logan não nos deixa em bom estado para ir trabalhar de manhã cedo…
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Silly Season 2
Por falar em férias, Algarve e calções: também foram divulgadas, recentemente, fotografias de José Sócrates em calções de banho.
(Mas o que é que se passa com estes fotógrafos?...)
O nosso ex-Primeiro-Ministro também não apresenta grande forma física. Afinal, para que é que ele mantinha o hábito de fazer jogging todas as manhãs? Não era ele que fazia questão de em todas as visitas oficiais ao estrangeiro aparecer, rodeado de seguranças, a correr pelas ruas das cidades por onde passava? Parece que, para além de aparecer nas fotografias (lá estão os fotógrafos outras vez…), não lhe serviu de muito.
Agora, que tem mais tempo livre, poderia passar pelo ginásio. Olhe, que a vida em Paris não é tão fácil como parece… É preciso manter a forma.
(Mas o que é que se passa com estes fotógrafos?...)
O nosso ex-Primeiro-Ministro também não apresenta grande forma física. Afinal, para que é que ele mantinha o hábito de fazer jogging todas as manhãs? Não era ele que fazia questão de em todas as visitas oficiais ao estrangeiro aparecer, rodeado de seguranças, a correr pelas ruas das cidades por onde passava? Parece que, para além de aparecer nas fotografias (lá estão os fotógrafos outras vez…), não lhe serviu de muito.
Agora, que tem mais tempo livre, poderia passar pelo ginásio. Olhe, que a vida em Paris não é tão fácil como parece… É preciso manter a forma.
Silly Season
Certamente, já viram as (magníficas) fotografias do nosso Primeiro-Ministro, de férias no Algarve, e em calções…Eu também vi. Vi e fiquei muito preocupado. Não me parece que o nosso chefe de Governo esteja em grande forma para enfrentar os grandes desafios que tem(os) pela frente.
Será que depois destas fotos verem a luz do dia os senhores da troika nos vão continuar a apoiar? Temo pelo futuro da nação…
Ó Pedro, aproveite as férias e dê umas corridas – não uns passos… – no areal da praia e, ao fim da tarde, passe pelo ginásio. Vai vedr que isso passa. Contamos consigo para levar “isto” para a frente.
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Vidas interrompidas
E de repente o mundo à minha volta ruiu. Com apenas uma frase tudo em que acreditei e tudo o construi ao longo dos anos caiu como um castelo de cartas.
Sinto-me como um cão vadio que vagueia pelo meio da estrada à espera de ser atropelado. Quero que um raio me caia em cima e me fulmine.
Porquê?...
Enquanto não encontrar um novo rumo, vou esforçar-me por ir passando por aqui – ainda que esporadicamente. Façam como eu… e vão passando também.
Sinto-me como um cão vadio que vagueia pelo meio da estrada à espera de ser atropelado. Quero que um raio me caia em cima e me fulmine.
Porquê?...
Enquanto não encontrar um novo rumo, vou esforçar-me por ir passando por aqui – ainda que esporadicamente. Façam como eu… e vão passando também.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
HA HA HA HA
Só me apetece gritar uma célebre frase de um programa de televisão: “Eu quero voltar p’rá ilha…”
Segundo as últimas sondagens, realizadas pela Marktest para a TSF e Diário Económico, o PS ganharia as eleições legislativas por 0,8 pontos percentuais (ver aqui).
Segundo os números da sondagem, a seis semanas das eleições, o partido de José Sócrates tem uma recuperação de 11,6 pontos, obtendo 36% das intenções de voto, enquanto que o PSD, de Passos Coelho, registou uma queda de quase 12 pontos, ficando-se pelos 35%.
Resta-nos o alívio de saber que esta sondagem foi realizada, exclusivamente, a pessoas que têm telefone fixo. Falta saber se o número de pessoas que ainda têm telefone fixo é realmente demonstrativo do país. Esperemos que não.
Afinal, para que são todas estas greves, manifestações e contestações?... hem?
Segundo as últimas sondagens, realizadas pela Marktest para a TSF e Diário Económico, o PS ganharia as eleições legislativas por 0,8 pontos percentuais (ver aqui).
Segundo os números da sondagem, a seis semanas das eleições, o partido de José Sócrates tem uma recuperação de 11,6 pontos, obtendo 36% das intenções de voto, enquanto que o PSD, de Passos Coelho, registou uma queda de quase 12 pontos, ficando-se pelos 35%.
Resta-nos o alívio de saber que esta sondagem foi realizada, exclusivamente, a pessoas que têm telefone fixo. Falta saber se o número de pessoas que ainda têm telefone fixo é realmente demonstrativo do país. Esperemos que não.
Afinal, para que são todas estas greves, manifestações e contestações?... hem?
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terça-feira, 19 de abril de 2011
Pedir o Rendimento Mínimo
Durante meses, ouvimos o nosso Primeiro-Ministro a dizer não ao FMI. Segundo o nosso chefe de Governo, Portugal não precisava da ajuda externa, a nossa economia estava bem. José Sócrates “acreditava” que nós éramos capazes de resolver os nossos próprios problemas e consolidar as nossas contas.
Depois, o Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, veio dizer que o país só tem dinheiro até ao final do mês de Maio.
Afinal, houve alguém que não disse (toda) a verdade aos portugueses e ao país. Ou José Sócrates não era o Primeiro-Ministro deste Portugal, ou o seu Ministro das Finanças escondia-lhe os números e o retrato do país real.
Assim, após a constatação do (verdadeiro) estado da nação parece só temos uma solução: Portugal vai recorrer ao “Rendimento Mínimo” da União Europeia e do FMI.
Depois, o Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, veio dizer que o país só tem dinheiro até ao final do mês de Maio.
Afinal, houve alguém que não disse (toda) a verdade aos portugueses e ao país. Ou José Sócrates não era o Primeiro-Ministro deste Portugal, ou o seu Ministro das Finanças escondia-lhe os números e o retrato do país real.
Assim, após a constatação do (verdadeiro) estado da nação parece só temos uma solução: Portugal vai recorrer ao “Rendimento Mínimo” da União Europeia e do FMI.
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