Porra! Que pessoas são estas que vão ali gamar umas coisas e levam o(s) filho(s) consigo?
Quem souber que responda, porque eu não sei…
Ou o cérebro de algumas pessoas foi de férias (e elas ainda não deram por isso), ou este país anda um bocado desnorteado. O melhor será aproveitar a época de saldos para comprar um GPS.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
domingo, 10 de agosto de 2008
Preços granditos...

Esta semana fui ao Portugal dos Pequenitos. Diria mesmo que esta semana fui roubado no Portugal dos Pequenitos.
Porra!… achei caríssimo o valor cobrado pela entrada: 9 euros para adultos e 4,5 euros para crianças com mais de seis anos… Afinal de contas, aquele espaço não é dedicado às crianças? Não seria de esperar que elas tivessem entrada gratuita?
É verdade que o espaço se encontra em muito bom estado e que tem vindo a crescer mas, mesmo assim, conheço espaços bem maiores - e com animais! -, onde se cobra menos pela entrada.
Porra!… achei caríssimo o valor cobrado pela entrada: 9 euros para adultos e 4,5 euros para crianças com mais de seis anos… Afinal de contas, aquele espaço não é dedicado às crianças? Não seria de esperar que elas tivessem entrada gratuita?
É verdade que o espaço se encontra em muito bom estado e que tem vindo a crescer mas, mesmo assim, conheço espaços bem maiores - e com animais! -, onde se cobra menos pela entrada.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Bons atletas até temos…
Laurentino Dias, secretário de Estado da Juventude e Desporto, sublinhou esta quarta-feira que a participação de um pequeno país, “débil” como Portugal, nos Jogos Olímpicos é uma “tremenda aventura” (ver notícia aqui).
O governante nacional explicou que “para um país como Portugal, os Jogos Olímpicos são uma tremenda aventura. Porquê? Porque nós somos o país que somos: 10 milhões de habitantes, uma economia débil, uma formação técnica débil, poucos técnicos qualificados, poucos jovens na prática desportiva e somos um país pequeno na Europa, a que pertencemos. E no mundo, então, somos um país muito pequeno”.
Efectivamente, senhor secretário de Estado, o nosso país é pequeno (em área), mas já fomos grandes – dos maiores! E, senhor secretário de Estado, somos pequenos (em área, volto a frisar) e temos uma economia “débil”, mas recordo-lhe países como a Jamaica - mais pequeno que Portugal - e a Etiópia ou o Quénia - certamente com uma economia bem mais “débil” que a nossa -, onde não faltam campeões.
E, senhor secretário de Estado, lembro-lhe que cabe ao seu Governo tornar a economia nacional menos “débil” e, cabe-lhe a si contribuir para diminuir a nossa “formação técnica débil”, fazer com que não tenhamos tão “poucos técnicos qualificados”, e criar condições para deixarmos de ter “poucos jovens na prática desportiva”.
E já agora, apesar da falta de dinheiro, da falta de melhores condições e de “técnicos qualificados”, temos muita força de vontade e muito “amor à camisola”. Lembro-lhe o nome de alguns dos nossos campeões: Naide Gomes, Nelson Évora, Francis Obikwelu (Atletismo), João Costa (Tiro), Emanuel Silva (Canoagem), Telma Monteiro (Judo) e Vanessa Fernandes (Triatlo).
Bons atletas já temos, agora só nos faltam melhores governantes…
O governante nacional explicou que “para um país como Portugal, os Jogos Olímpicos são uma tremenda aventura. Porquê? Porque nós somos o país que somos: 10 milhões de habitantes, uma economia débil, uma formação técnica débil, poucos técnicos qualificados, poucos jovens na prática desportiva e somos um país pequeno na Europa, a que pertencemos. E no mundo, então, somos um país muito pequeno”.
Efectivamente, senhor secretário de Estado, o nosso país é pequeno (em área), mas já fomos grandes – dos maiores! E, senhor secretário de Estado, somos pequenos (em área, volto a frisar) e temos uma economia “débil”, mas recordo-lhe países como a Jamaica - mais pequeno que Portugal - e a Etiópia ou o Quénia - certamente com uma economia bem mais “débil” que a nossa -, onde não faltam campeões.
E, senhor secretário de Estado, lembro-lhe que cabe ao seu Governo tornar a economia nacional menos “débil” e, cabe-lhe a si contribuir para diminuir a nossa “formação técnica débil”, fazer com que não tenhamos tão “poucos técnicos qualificados”, e criar condições para deixarmos de ter “poucos jovens na prática desportiva”.
E já agora, apesar da falta de dinheiro, da falta de melhores condições e de “técnicos qualificados”, temos muita força de vontade e muito “amor à camisola”. Lembro-lhe o nome de alguns dos nossos campeões: Naide Gomes, Nelson Évora, Francis Obikwelu (Atletismo), João Costa (Tiro), Emanuel Silva (Canoagem), Telma Monteiro (Judo) e Vanessa Fernandes (Triatlo).
Bons atletas já temos, agora só nos faltam melhores governantes…
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quinta-feira, 31 de julho de 2008
Magalhães: o primeiro computador portátil português
Portugal vai produzir o seu primeiro computador portátil. O novo computador destina-se às crianças e vai receber o nome “Magalhães”, numa referência ao navegador português que fez a primeira circum-navegação do mundo.
Uma parceria entre o Governo português, a Intel e a empresa JP Sá Couto, fez nascer o “Magalhães”, o primeiro computador portátil a ser totalmente produzido em Portugal (Matosinhos). O projecto foi apresentado esta manhã em simultâneo em Lisboa, Matosinhos e Sabrosa - terra onde nasceu o navegador português Fernão de Magalhães -, com a presença do Primeiro-Ministro, José Sócrates, e do presidente da Intel, Craig Barrett.
O computador destina-se a crianças entre os seis e os dez anos, que frequentem o primeiro ciclo do ensino básico, prevendo-se que os primeiros “Magalhães” estejam prontos em Setembro e custem cerca de 50 euros - para os alunos que estejam inscritos no primeiro escalão da acção social escolar será gratuito e para crianças do segundo escalão custará 20 euros.
A nova fábrica, projectada pela multinacional Intel e pela portuguesa JP Sá Couto, será construída na zona industrial no Freixieiro, Perafita, próximo da fábrica da Ikea. A produção do primeiro computador portátil português vai ter um valor superior a 80 milhões de euros. O “Magalhães” utilizará processadores de última geração, terá concepção do gigante norte-americano Intel e cada máquina terá um custo de produção de 180 euros.
Os computadores serão distribuídos no âmbito do novo programa “e.escolinhas” - uma réplica do “e.escolas” -, sendo a opção de ligação à internet facultativa.
O computador destina-se a crianças entre os seis e os dez anos, que frequentem o primeiro ciclo do ensino básico, prevendo-se que os primeiros “Magalhães” estejam prontos em Setembro e custem cerca de 50 euros - para os alunos que estejam inscritos no primeiro escalão da acção social escolar será gratuito e para crianças do segundo escalão custará 20 euros.
A nova fábrica, projectada pela multinacional Intel e pela portuguesa JP Sá Couto, será construída na zona industrial no Freixieiro, Perafita, próximo da fábrica da Ikea. A produção do primeiro computador portátil português vai ter um valor superior a 80 milhões de euros. O “Magalhães” utilizará processadores de última geração, terá concepção do gigante norte-americano Intel e cada máquina terá um custo de produção de 180 euros.
Os computadores serão distribuídos no âmbito do novo programa “e.escolinhas” - uma réplica do “e.escolas” -, sendo a opção de ligação à internet facultativa.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Derrapagem na ponte poderá causar mazelas
A Ponte Rainha Santa, em Coimbra, sofreu uma derrapagem orçamental que poderá ter atingido os 288 por cento. Agora, PSD e PS de Coimbra consideram importante apurar as causas de tal “acidente”.
A empreitada da Ponte Rainha Santa – inicialmente baptizada Ponte Europa – foi adjudicada por 38,65 milhões de euros e o seu custo final foi de 111,3 milhões de euros. O que agora se pretende apurar, é para onde foram os 72 milhões de euros da diferença entre os dois valores.
O processo de apuramento de responsabilidades esteve, em 2007, para ser arquivado, mas o Ministério das Obras Públicas decidiu continuar com a averiguação e apurar eventuais responsáveis.
Pela (grandíssima) diferença de números, tudo nos faz pensar que houve quem metesse “a mão na massa” – ou não estivéssemos a falar de uma obra... -, no dinheiro dos contribuintes, no nosso dinheiro. Era importante identificar os figurões e fazê-los pagar por isso.
Agora, espera-se pelo relatório final onde se contabilize e se apure as responsabilidades na construção desta travessia do Mondego e que os principais culpados sejam apontados e castigados. Efectivamente, seria importante e demonstrava que, afinal neste Governo, quando se quer, também se pode trabalhar bem, e responsabilizar as pessoas por qualquer derrapagem ou outra manobra menos correcta. Ainda estamos a tempo de fazer “inversão de marcha”.
A empreitada da Ponte Rainha Santa – inicialmente baptizada Ponte Europa – foi adjudicada por 38,65 milhões de euros e o seu custo final foi de 111,3 milhões de euros. O que agora se pretende apurar, é para onde foram os 72 milhões de euros da diferença entre os dois valores.
O processo de apuramento de responsabilidades esteve, em 2007, para ser arquivado, mas o Ministério das Obras Públicas decidiu continuar com a averiguação e apurar eventuais responsáveis.
Pela (grandíssima) diferença de números, tudo nos faz pensar que houve quem metesse “a mão na massa” – ou não estivéssemos a falar de uma obra... -, no dinheiro dos contribuintes, no nosso dinheiro. Era importante identificar os figurões e fazê-los pagar por isso.
Agora, espera-se pelo relatório final onde se contabilize e se apure as responsabilidades na construção desta travessia do Mondego e que os principais culpados sejam apontados e castigados. Efectivamente, seria importante e demonstrava que, afinal neste Governo, quando se quer, também se pode trabalhar bem, e responsabilizar as pessoas por qualquer derrapagem ou outra manobra menos correcta. Ainda estamos a tempo de fazer “inversão de marcha”.
Google tem novo rival
O mais famoso motor de busca da internet passou a ter um novo rival. Chama-se Cuil e foi criado por antigos funcionários da Google.
É certo que, para fazer sombra ao Google, o novo motor de busca ainda tem um longo (e penoso)caminho a percorrer. Segundo as críticas, apesar de todo o know-how dos seus criadores, o Cuil não teve uma estreia auspiciosa, antes pelo contrário: pesquisas inconsequentes, lentidão e até um apagão marcaram a estreia deste novo motor de busca.
De salientar as diferenças em relação ao Google: fundo negro, e a apresentação dos resultados repartidos em colunas e, sempre que possível com uma fotografia do site em questão. Mas a grande diferença, defendem os criadores do Cuil, está na forma como este indexa as páginas: o não se limitando a catalogar palavras-chave de um "site" e depois ordená-lo de acordo com a sua importância, mas tenta também "compreender" o conteúdo das páginas para fornecer resultados mais relevantes para os utilizadores. Os criadores do Cuil acreditam que a sua invenção fornece melhores resultados que o Google, mas, a julgar pelas primeiras horas de vida ainda há muito trabalho a fazer.
Os promotores do novo motor de busca garantem que o Cuil indexa 120 mil milhões de páginas de Internet, o que se acredita ser três vezes superior ao Google.
É certo que, para fazer sombra ao Google, o novo motor de busca ainda tem um longo (e penoso)caminho a percorrer. Segundo as críticas, apesar de todo o know-how dos seus criadores, o Cuil não teve uma estreia auspiciosa, antes pelo contrário: pesquisas inconsequentes, lentidão e até um apagão marcaram a estreia deste novo motor de busca.
De salientar as diferenças em relação ao Google: fundo negro, e a apresentação dos resultados repartidos em colunas e, sempre que possível com uma fotografia do site em questão. Mas a grande diferença, defendem os criadores do Cuil, está na forma como este indexa as páginas: o não se limitando a catalogar palavras-chave de um "site" e depois ordená-lo de acordo com a sua importância, mas tenta também "compreender" o conteúdo das páginas para fornecer resultados mais relevantes para os utilizadores. Os criadores do Cuil acreditam que a sua invenção fornece melhores resultados que o Google, mas, a julgar pelas primeiras horas de vida ainda há muito trabalho a fazer.
Os promotores do novo motor de busca garantem que o Cuil indexa 120 mil milhões de páginas de Internet, o que se acredita ser três vezes superior ao Google.
Naide Gomes volta a bater recorde nacional
Naide Gomes voltou a bater o recorde nacional do salto em comprimento.
Durante o Meeting do Mónaco, Naide Gomes obteve hoje a melhor marca do ano e o recorde nacional, com 7 metros e 12 centímetros. Naide Gomes melhorou em oito centímetros a marca precedente, que pertencia à russa Lyudmila Kolchanova - e que já havia igualado no passado dia 22, durante o Meeting de Estocolmo.
A poucos dias do início dos Jogos Olímpicos de Pequim, a atleta portuguesa mostra boas hipóteses de arrecadar uma medalha.
Durante o Meeting do Mónaco, Naide Gomes obteve hoje a melhor marca do ano e o recorde nacional, com 7 metros e 12 centímetros. Naide Gomes melhorou em oito centímetros a marca precedente, que pertencia à russa Lyudmila Kolchanova - e que já havia igualado no passado dia 22, durante o Meeting de Estocolmo.
A poucos dias do início dos Jogos Olímpicos de Pequim, a atleta portuguesa mostra boas hipóteses de arrecadar uma medalha.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Anda bicho na madeira…
Alberto João Jardim voltou a falar. Jardim voltou a dirigir a sua verve contra o Governo da República. Desta feita, não falou sozinho e mostrou que já tem um discípulo que, aliás, partilha das suas opiniões e do seu estilo de discurso.Na festa anual do PSD-Madeira, em Chão da Lagoa, João Jardim disse que considera José Sócrates como “o grande inimigo da Madeira” – coisa a que já nos habituou – mas, este ano, o Presidente do Governo Regional da Madeira contou com um (forte) aliado: Jaime Ramos (Secretário-Geral do PSD Madeira).
Jaime Ramos avisou que quem quer ter ilhas no Atlântico “tem de pagá-las, tem de sustentá-las” e que “se Portugal quer manter a Madeira unida a Portugal tem de pagar a tempo e a horas, senão vai ter uma acção de despejo”. Não há dúvida que João Jardim está a fazer escola…
Mas Alberto João Jardim não poupou “elogios” ao Primeiro-Ministro, considerando “que é um insulto aos portugueses ser governados por Sócrates”. Jardim adiantou que está na hora da mudança e garantiu que “os portugueses do continente podem contar com os portugueses da Madeira para dar a volta que tem que se dar a Portugal”, pois “Sócrates não pode continuar a governar Portugal”.
O Presidente do Governo Regional da Madeira acrescentou ainda que Portugal “é um país que está acovardado, é um país que está rendido, é um país completamente conformado mas, há aqui, na Madeira, um Portugal que não se conformou”, e por isso diz “aos portugueses que vivem em Lisboa que isto chegou a um tal estado que não estejam à espera dos partidos políticos da oposição. Somos nós, povo, que temos que mudar Portugal”.
É verdade que Alberto João Jardim é conhecido pelos seus excessos verbais – por vezes reprováveis – mas, não deixa de ser um político com coragem, que diz aquilo que pensa e sem papas na língua. Pena que, por vezes, não seja levado mais a sério.
Jardim é capaz de ter razão: Portugal é um país conformado e rendido, onde é preciso que alguém faça algo e, a solução não parece estar na oposição – a classe política nacional deixa muito a desejar -, mas sim no povo. Se é verdade que o povo tem os políticos que merece – e nós merecíamos melhor, caramba! -, também não é menos verdade que quando o povo quiser pode mudar o estado das coisas. Basta querer.
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